- Dados de Copas de 2014, 2018 e 2022 mostram que o tempo perdido para repor a bola varia conforme o placar, sendo mais rápido quando o time está perdendo e mais lento quando está ganhando, com diferença de até cerca de vinte segundos por reposição.
- Até 2022, o acréscimo de tempo era quase fixo (três a quatro minutos), independentemente da cera; em 2022 o acréscimo passou a acompanhar o tempo perdido, aproximando-se de trinta e sete segundos por minuto de cera.
- A partir desta Copa, o árbitro inicia uma contagem regressiva de cinco segundos para crimes de enrolação; se a bola não estiver em jogo ao fim, a posse é trocada de lado.
- O protocolo reduz a cera na origem, diminuindo o tempo a ser reposto e os erros; agora o momento de soltar a bola fica mais claro para jogadores e árbitros.
- Foram contabilizados cerca de 17 cartões amarelos por perda de tempo em 192 partidas (uma a cada dez jogos), quase todos contra equipes em vantagem.
Nos primórdios do futebol, as faltas eram vistas como acidentes. Em 1891 nasceu a regra do pênalti, gerando controvérsia. textos históricos mostram que o esporte, mesmo então, lidava com o tempo de jogo e a percepção de justiça.
A controvérsia sobre o tempo levou a mudanças ao longo dos anos. Em 1897, árbitros passaram a controlar mais o tempo, devolvendo o tempo perdido. O objetivo era tornar as partidas mais justas e previsíveis para torcedores e equipes.
O que mudou na prática
Dados de três Copas do Mundo mostram que a cera, ou seja, a demora para repor a bola, ainda existe. A prática varia conforme o placar e o tipo de parada, como lateral, falta, tiro de meta, escanteio, impedimento ou posse do goleiro.
Quem está envolvido e quando ocorreu
A análise utiliza dados da Opta, cobrindo 2014, 2018 e 2022, com 192 jogos. A FIFA orientou ajustes em 2022 para aumentar a recuperação do tempo perdido. Também há referência histórica em jornais britânicos da época.
Onde e por quê
As mudanças visam padronizar o tempo de jogo globalmente. Em 2022, o acréscimo passou a acompanhar a cera com média de cerca de 37 segundos por minuto de atraso. O objetivo é reduzir o tempo total de desperdício e tornar o relógio visível aos presentes.
Como funciona o novo protocolo
A partir desta Copa, árbitro pode iniciar uma contagem de cinco segundos ao detectar atraso. Se a bola não estiver em jogo, a posse troca de lado. O objetivo é tornar o tempo cobrado mais claro para jogadores e público.
Dados e impactos
Entre 2014 e 2022, o tempo médio de reposição variou conforme o placar. Em partidas de empate, a cera tende a reduzir, com menor incentivo a atrasos. A métrica considera apenas reposições sem eventos entre saída e retorno.
Cartões e enforcement
Foram contabilizados cartões amarelos por perda de tempo, identificados pela Opta. Em 192 jogos, ocorreram cerca de 17 advertências por esse motivo, com quase todas contra equipes que estavam na vantagem.
Perspectivas futuras
Especialistas indicam que a combinação de protocolo, cronômetro visível e ações de arbitragem pode reduzir a cera ao longo dos compromissos seguintes. O estudo destaca a importância de regras claras para o ritmo do jogo.
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