- A Itália ficou fora da Copa do Mundo de 2026 pela terceira vez seguida, após ser eliminada nos pênaltis pela Bósnia e Herzegovina, com 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, por 4 a 1.
- Na fase de eliminatórias europeias, terminou em segundo no Grupo I, com 18 pontos, seis a menos que a Noruega.
- O vexame desencadeou mudanças no futebol italiano: o técnico Gennaro Gattuso foi dispensado, Gianluigi Buffon pediu demissão do cargo de gerente-geral e o presidente da FIGC, Gabriele Gravina, renunciou.
- A Itália não disputou Copas desde 2014, tendo ficado de fora das edições de 2018, 2022 e 2026.
- O foco agora é a reconstrução para a Copa do Mundo de 2030, a ser realizada na Espanha, Portugal e Marrocos, com as partidas de abertura na América do Sul (Uruguai, Argentina e Paraguai).
A Itália ficou fora da Copa do Mundo pela terceira edição consecutiva. A seleção tetracampeã foi eliminada nas eliminatórias europeias e não conseguiu avançar na repescagem continental. A derrota definitiva ocorreu nos pênaltis contra a Bósnia e Herzegovina, após empate na prorrogação.
Na fase de grupos das Eliminatórias, a Itália terminou em segundo no Grupo I, com 18 pontos, seis atrás da Noruega. Na repescagem, o time italiano venceu a Irlanda do Norte por 2 a 0 na semifinal, mas caiu na decisão ao perder por 4 a 1 nas penalidades contra a Bósnia e Herzegovina.
O vexame recente expõe uma crise institucional e técnica no futebol italiano. Logo após a eliminação, itens centrais da estrutura foram remanejados: o técnico Genaro Gattuso foi dispensado, o gerente-geral Gianluigi Buffon pediu demissão e o presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Gabriele Gravina, anunciou sua renúncia. As mudanças integram uma reformulação ampla.
Crise interna e reconstrução
A última participação da Itália em uma Copa ocorreu em 2014, no Brasil. Desde então, houve ausências em 2018, 2022 e 2026, sinalizando um ciclo de dificuldades para o futebol italiano. Especialistas apontam cobrança por investimentos em Base e seleção principal, bem como planejamento de longo prazo.
Com a meta de retornar aos torneios globais, o país volta o olhar para o Mundial de 2030. A competição será sediada por Espanha, Portugal e Marrocos, com abertura prevista na América do Sul, em partidas entre Uruguai, Argentina e Paraguai.
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