- Heung-min Son, 33 anos, lidera a Coreia do Sul na preparação para a Copa do Mundo de 2026, com a primeira partida contra a República Tcheca no Estádio de Guadalajara.
- Após o confronto inicial, a seleção enfrenta o México no dia 18 de junho e encerra a fase de grupos contra a África do Sul em 24 de junho, ambos em estádios na América do Norte.
- A Copa de 2026 pode ser a última participação de Son em Mundiais, marcado pela liderança de uma geração que vem se fortalecendo desde que atua pelo Los Angeles FC, desde 2025.
- O impacto do jogador vai além das quadras: ele é visto como inspiração para as próximas gerações da Coreia, já que carregou o orgulho nacional em momentos recentes, como a Copa do Mundo de 2022 no Catar.
- Em 2026, Son pode ver a passagem de bastão para nomes como Lee Kang-in (PSG) e Kim Min-jae (Bayern de Munique), que são cotados para assumir o papel de liderança técnica da seleção.
A seleção da Coreia do Sul entra em 2026 com o peso de uma geração em busca de continuidade. Aos 33 anos, Heung-min Son chega ao Mundial na América do Norte como líder do grupo A e símbolo de uma possível despedida de Mundiais. A estreia ocorre nesta quinta-feira, 11, contra a República Tcheca, em Guadalajara, no México. O desafio inicial serve de termômetro para o restante da fase de grupos.
Após o confronto inicial, Son e os Guerreiros Taeguk enfrentam o México no dia 18 de junho, às 22h, novamente em Guadalajara. A terceira partida acontece em 24 de junho, contra a África do Sul, às 22h, desta vez em Monterrey. A Coreia precisa de ao menos uma campanha sólida para manter vivo o sonho de manter a tradição de presença em Copas.
Grupo A e calendário
O grupo inclui Coreia do Sul, México, África do Sul e República Tcheca. A posição na chave pode exigir equilíbrio entre defesa firme e eficiência ofensiva para avançar às fases seguintes. A organização estipula partidas em estádios mexicanos e norte-americanos, com horários ajustados ao fuso local.
Trajetória de Son
Son iniciou a carreira no futebol alemão, passando por Hamburg e Bayer Leverkusen, antes de chegar ao Tottenham, onde se tornou ídolo. Desde 2025 atua nos Estados Unidos pelo Los Angeles FC, o que intensifica a expectativa de que o Mundial seja o palco ideal para consolidar seu legado.
Legado e simbolismo
A trajetória de Son carrega simbolismo além das bolas na rede. O jogador já serviu o serviço militar obrigatório e hoje inspira as próximas gerações coreanas. A imagem marcante de 2022, quando a Coreia foi eliminada pelo Brasil nas oitavas, permanece como referência para o que vem pela frente.
Próxima geração e liderança
Com a pretensão de manter a liderança técnica após uma possível despedida de 2026, surgem nomes como Lee Kang-in, do PSG, e Kim Min-jae, do Bayern de Munique, considerados prováveis substitutos de Son em futuras dinâmicas da equipe nacional. A seleção projeta uma transição gradual, mantendo o foco no desempenho coletivo.
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