- As camisas da seleção brasileira passaram de algodão para tecidos de poliéster, tornando os uniformes mais leves e resistentes.
- O poliéster seca rápido, não absorve muita umidade e mantém propriedades mesmo com uso intenso.
- Antes de irem para o campo, os materiais são testados em laboratório em fatores como elasticidade, durabilidade, atrito, chuva e manutenção das fibras.
- Os testes visam garantir que os uniformes aguentem as exigências do futebol de alto rendimento.
- A pesquisadora Kátia Hypolito, do Senai-SP, afirma que a camiseta ajuda na performance, mas não substitui o talento dos jogadores.
O que houve: a experiência de vestir uniformes da seleção brasileira evoluiu com o uso de tecidos mais leves e resistentes, substituindo o algodão pesado de décadas passadas. A transição favorece conforto e desempenho em campo.
Quem está envolvido: a pesquisa e o desenvolvimento ficam a cargo de institutos como o Senai-SP, com participação de especialistas em materiais têxteis. Os uniformes são desenhados para suportar alta performance sem comprometer a mobilidade.
Quando e onde: a evolução ocorreu ao longo das últimas décadas, especialmente a partir dos anos 2000, no contexto das seleções de futebol brasileiras, com testes em laboratórios antes de chegar aos gramados.
Por quê: o objetivo é reduzir o peso das camisetas, acelerar a secagem e manter a forma mesmo após uso intenso. O poliéster tornou-se a base dominante por oferecer menor absorção de umidade e melhor durabilidade.
Como acontece: antes de ir ao campo, os materiais passam por testes de elasticidade, durabilidade e resistência ao atrito. Ensaios também simulam condições de chuva para confirmar desempenho sustentável.
A importância prática: especialistas ressaltam que a camiseta não garante gols, mas pode favorecer conforto e rendimento. A peça funciona como apoio à técnica e à resistência física dos atletas durante as partidas.
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