- A Copa do Mundo de 2026 inicia em 11 de novembro, com abertura e primeira partida; o álbum tem 980 cromos e pacotes com 7 unidades, vendidos por R$ 7 cada.
- Torcedores buscam alternativas para completar o livro, incluindo trocas entre fãs na banca e compras via sites com cupons de desconto.
- Casos na cidade: Larissa e o marido trocam figurinhas na Banca do Metrô Tucuruvi; Bruno Novaes coleciona desde 2010 e ressalta a prática de trocas, além de relatos sobre vendedores que cobram valores altos.
- A alta de preço desmotiva alguns; há quem prefira comprar online para economizar, apesar de ainda existirem trocas presenciais em shoppings.
- O fluxo de trocas e comércio informal ocorre em locais como o Shopping Metrô Tucuruvi e o Shopping Eldorado, com itens valiosos (figurinhas raras) movimentando o funcionamento do álbum.
O álbum da Copa do Mundo de 2026 segue a passos de custo elevado e desperta mobilização entre torcedores. O Mundial começa nesta quinta-feira, 11, com a partida de abertura, mas a rotina de trocas já agita bancas e shoppings.
A edição atual traz 980 cromos, vendidos em pacotes de 7 unidades por 7 reais cada. Diante do investimento alto, fãs buscam alternativas para completar o livro por meio de trocas entre torcedores e compra em canais diferentes.
Na Banca do Metrô Tucuruvi, famílias e adultos tentam trocar figurinhas repetidas por outras, buscando alcançar o álbum completo para registrar a experiência da Copa. O movimento envolve várias gerações.
Entre os colecionadores, a troca é vista como momento social. Enquanto trocam cromos, muitos comentam a emoção de abrir pacotinhos e a sensação de encontrar as peças desejadas.
Outratbém aparece com força: vendas informais entre torcedores, especialmente de cromos raros ou de alto valor. A prática acontece próximo aos pontos de troca.
O clima no Shopping Metrô Tucuruvi revela grande afluência de torcedores, com recordações de outras Copas que motivam o interesse pelo livro atual. Crianças, jovens e adultos participam.
No Shopping Eldorado, o movimento de colecionadores é intenso. Jovens de 22 anos destacam que manter o álbum completo é uma lembrança da época e de momentos com familiares.
Entre os veteranos, há quem já tenha completado álbuns de Copas anteriores e continue buscando cromos para transformar a experiência em memória. A busca por descontos também aparece.
Quem busca economia aponta para compras online, com cupons e preços menores, como alternativa ao pagamento do valor cheio nas bancas. A comparação entre canais é comum.
Desdobramentos
Alguns colecionadores confirmam que a prática de trocar no espaço público ajuda a formar redes entre fãs. Outras pessoas ressaltam o caráter nostálgico do hábito, que reúne famílias e amigos.
O movimento de trocas não se resume ao objeto físico. Além de completar o livro, muitos associam a coleção à memória de momentos compartilhados com familiares, reforçando o vínculo com o esporte.
Profissionais do varejo observam o impacto de custos altos na demanda por alternativas. A busca por opções mais acessíveis permanece como principal gancho do movimento.
A experiência de quem já coleciona há anos é apontada como exemplo de continuidade. A expectativa é manter o ritual vivo, ainda que os preços continuem desafiadores para parte dos torcedores.
Entre na conversa da comunidade