- Hércules Brito Ruas, conhecido como Brito, faleceu aos 86 anos nesta quinta-feira (11).
- O ex-zagueiro somou 405 partidas pelo Vasco da Gama entre 1959 e 1969, marcando 11 gols.
- Conquistou troféus importantes pelo clube, destacando o Torneio de Paris de 1957 e o Torneio Rio–São Paulo de 1966.
- Pela seleção brasileira, atuou 61 vezes, disputou as Copas do Mundo de 1966 e 1970 e recebeu prêmio da OMS pelo melhor preparo físico em 1970.
- Também passou por Botafogo e Flamengo; ficou conhecido pelo apelido “Cavalo” e teve a Bola de Prata da Placar em 1970 pelo Cruzeiro.
O Vasco da Gama anunciou a morte de Brito, lendário zagueiro que vestiu a camisa cruz-maltina por uma década, aos 86 anos. Ele faleceu nesta quinta-feira, 11, em idade avançada, deixando um legado como um dos pilares da defesa e da história do clube e da seleção.
Brito, cujo nome completo era Hércules Brito Ruas, nasceu em Niterói e chegou ao Vasco na infância, atuando entre 1959 e 1969. Ao todo, disputou 405 partidas oficiais pelo clube e marcou 11 gols, consolidando-se como ídolo do clube.
Legado no Vasco e na Seleção
O defensor participou de campanhas marcantes, incluindo títulos de expressão na história do Vasco, como o Torneio de Paris de 1957 e o Rio-São Paulo de 1966. A liderança em campo e o vigor físico o tornaram referência de raça para gerações futuras.
Brito também teve passagem pela Seleção Brasileira, defendendo o país em 61 jogos e disputando Copas do Mundo em 1966 e 1970. No Mundial do México, chegou a atuar como titular em todas as partidas, recebendo reconhecimento por seu preparo físico.
O Vasco emitiu condolências pelas redes sociais e decretou luto institucional, destacando a dedicação do jogador ao clube. Fora do Vasco, o atleta teve passagens por Botafogo e Flamengo, somando experiência em grandes rivais do futebol nacional.
A trajetória de Brito ficou marcada pela participação na equipe que conquistou o tricampeonato mundial em 1970, no México, reforçando a importância de sua atuação na defesa brasileira. O falecimento ocorre justamente durante o início da Copa do Mundo de 2026.
O Estádio Azteca, palco da tríplice conquista mundial de 1970, abriu as atividades de 2026 na quinta-feira com a vitória do México sobre a África do Sul. A coincidência de data reforça o tributo ao zagueiro, ídolo histórico do futebol brasileiro.
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