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Base do Benfica usa ginga brasileira para formar jogadores

Benfica usa ginga brasileira na formação: identidade criativa, equilíbrio entre método e espontaneidade, revelando talentos para seleções portuguesas

Joaquim Milheiro, diretor da Benfica Academy: futebol brasileiro como referência
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  • Joaquim Milheiro, diretor da Benfica Academy, afirma que a formação do Benfica envolve a ginga brasileira e busca desenvolver talentos com criatividade e improviso.
  • A Benfica Academy é reconhecida por rankings especializados como a melhor categoria de base do mundo, contribuindo para transformar Portugal em potência na produção de jogadores.
  • A filosofia de treino, chamada de “Formar à Benfica”, enfatiza uma identidade de jogo criativa, intensa e esteticamente agradável; a recuperação da bola também recebe时 ênfase quando a posse é perdida.
  • Portugal hoje produz mais talentos de alto nível — o país passou de 11 ou 12 jogadores de elite para 26 no plantel, além de outros que ficam de fora, reforçando seleções nacionais.
  • A relação com o Brasil é destacada pela ideia de que Portugal é o “Brasil da Europa”, com similaridades de criatividade e a ginga; o objetivo é formar grandes jogadores e também pessoas.

A Benfica Academy, reconhecida por rankings especializados como a melhor categoria de base do mundo, mantém uma linha de treinamento que incorpora a ginga brasileira. Joaquim Milheiro, diretor da academia, explica que esse elemento ajuda a formar jogadores criativos, livres para improvisar e buscar soluções.

O modelo, aplicado em Portugal, transformou o país em uma potência de formação de talentos, mesmo com uma população curta. Bernardo Silva, Rúben Dias, João Neves, Gonçalo Ramos e Éderson aparecem entre os nomes que passaram pela base antes de alcançar o profissionalismo.

A prática de Milheiro busca equilíbrio entre método e criatividade, preservando elementos de jogo espontâneo em um ambiente cada vez mais guiado por dados e processos. A ideia é desenvolver jogadores que pensem, decidam e criem em campo.

Formar à Benfica

A identidade de jogo é definida por processos claros de identificação de talento, formação e desenvolvimento. O estilo é descrito como criativo, intenso, inteligente e atraente, com foco ofensivo e visão de jogo.

Quando a posse é perdida, a aposta é por recuperação rápida e retomada do controle do jogo. O objetivo é manter a pressão e a fluidez na transição entre fases, sem sacrificar a liberdade individual.

Impacto nacional e internacional

Segundo Milheiro, a mudança estratégica é ampliar o plantel de alto nível para 26 jogadores, com outras opções disponíveis para a seleção. Portugal mantém uma ligação forte com o futebol brasileiro, valorizando a ginga e o estilo criativo.

O trabalho da Benfica Academy também mira formar não apenas grandes jogadores, mas homens íntegros, para que o futebol funcione como escola de virtudes e de vida.

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