- Marrocos, primeira seleção africana a chegar a uma semifinal de Copa do Mundo, busca repetir o feito no Mundial da América do Norte, com estreia contra o Brasil no MetLife Stadium em 13 de junho.
- O técnico Walid Regragui deixou o cargo em março; Mohamed Ouabi assumiu, comandou empates e vitórias em amistosos recentes e tem o desafio de manter o desempenho no novo formato com 48 seleções.
- Sob Ouabi, o Marrocos terminou a última janela de jogos com oito triunfos no grupo de classificação, liderando a chave e assegurando vaga sobras para o torneio.
- O elenco mantém figuras de destaque como o goleiro Bounou, o lateral Hakimi, o volante Amrabat e o meia-atacante Brahim Diaz, além de outros nomes como Mazraoui, Aguerd, Ounahi e En-Nesyri.
- A dupla anfitriã de Portugal e Espanha vai sediar a Copa do Mundo de 2030 com Marrocos; na fase de grupos, os marroquinos atuam em East Rutherford, Boston e Atlanta, diante de Brasil, Escócia e Haiti.
Morocco busca manter o ritmo de 2022 e mira nova campanha histórica no Mundial da América do Norte. A seleção africana, que chegou à semifinal no Catar, enfrentará o Brasil na estreia, marcada para o dia 13, no MetLife Stadium, nos EUA.
Após a queda do técnico Walid Regragui em março, Mohamed Ouabi assumiu o comando. A mudança ocorreu após a derrota na Copa Africana de Nações para Senegal, com o time herdando o vice-campeonato.
Sob o novo treinador, o time passou por amistosos positivos: 1 a 1 com o Equador, vitória por 2 a 1 sobre o Paraguai e goleadas sobre Burundi e Madagascar, além de vitória de 1 a 0 sobre a Noruega, todos realizados nos Estados Unidos.
A equipe continua destacada por suas estrelas: o goleiro Bounou, o lateral Hakimi, o volante Amrabat e o meia Brahim Díaz. Ainda integram o elenco outros brasileiros de base europeia como Mazraoui, Aguerd, Ounahi e En-Nesyri.
A confiança vem acompanhada de expectativa histórica: o Marrocos é o primeiro país árabe a alcançar duas edições consecutivas de Copa do Mundo. A preparação incluiu investimentos em infraestrutura e prospecção de atletas ao longo de mais de uma década.
No ciclo para 2030, o Marrocos foi escolhido para sediar o Mundial em conjunto com Portugal e Espanha. A seleção mantém torcida e presença marcante fora de casa, com apoiadores em boa parte dos estádios que receberam jogos nos EUA.
Na primeira fase da próxima edição, o time fica em East Rutherford, Boston e Atlanta. Após o confronto com o Brasil, a agenda prevê duelos com Escócia e Haiti, nos dias 19 e 24, respectivamente.
A postura do grupo é de humildade e foco no desempenho coletivo, conforme palavras de Chadi Riad, zagueiro do Crystal Palace, que reforçou a confiança na estreia. A torcida espera manter o alto nível apresentado no Catar e ampliar marcas históricas.
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