- Fazenda em Tremembé, no Vale do Paraíba, cultiva gramados usados em estádios de grandes eventos de futebol.
- As variedades modernas são as mesmas que estarão em quatorze dos dezesseis estádios nos Estados Unidos.
- O cultivo envolve cerca de dez anos de pesquisa, do laboratório à aplicação prática nas arenas.
- Um gestor especializado acompanha todo o processo, incluindo irrigação e compactação, para raízes profundas e gramado macio.
- A superfície natural é valorizada por jogadores pela menor incidência de lesões em comparação a campos sintéticos.
Uma fazenda em Tremembé, no Vale do Paraíba, produz gramado similar ao utilizado em estádios da Copa do Mundo. As variedades modernas plantadas lá devem compor gramados de 14 dos 16 estádios nos Estados Unidos, conforme o planejamento técnico da matéria prima. A manutenção envolve o controle da altura das folhas e ajustes tecnológicos para adaptação a arenas fechadas.
O desenvolvimento dessas gramas leva cerca de dez anos, desde a pesquisa em laboratórios até a aplicação prática nas arenas. O cultivo busca raízes profundas e ramificações que conferem maciez e resistência ao gramado, com monitoramento constante de um gestor especializado.
A qualidade do gramado natural é vista como vantagem por alguns jogadores, pela menor incidência de lesões quando comparada a campos sintéticos. Ex-jogadores, como Dinei, destacam a importância desse tipo de superfície, especialmente em partidas de alto impacto físico.
Desempenho e aplicação
As gramíneas produzem raízes profundas e resistência ao tráfego intenso, características desejadas para estádios com grandes públicos. O processo envolve manejo de irrigação, compactação do solo e avaliação biológica das plantas para manter o padrão de qualidade.
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