- Algoritmo treinado por estatísticos aponta a Espanha como favorita ao título da Copa, com 14,5% de chance, após 100 mil simulações.
- Inglaterra e França aparecem em segundo lugar, cada uma com 12,4%, seguidas pela Alemanha com 11,2%.
- Brasil fica na 7ª posição, com 4,7% de probabilidade de conquistar o título.
- A Copa terá quarenta e oito seleções e cinco rodadas na fase eliminatória; Estados Unidos tem 78% de chance de chegar às oitavas, mas apenas 1% de vencer a final.
- O modelo utiliza dados de partidas, cotações de apostas, valores de mercado e fatores variados; projecta probabilidades, sem garantir o vencedor.
A equipe de estatísticos treinou um algoritmo de aprendizado de máquina para projetar o vencedor da Copa do Mundo, simulando 100 mil cenários com base em dados de jogos, mercados de apostas e informações de jogadores. O objetivo é obter uma probabilidade para cada posible desfecho.
A simulação aponta a Espanha como favorita, com 14,5% de chance de título. Inglaterra e França aparecem logo atrás, com 12,4% cada, seguidas pela Alemanha, com 11,2%. O torneio terá 48 seleções e 5 fases eliminatórias, elevando o equilíbrio entre as candidatas.
A lista de prováveis campeões também traz Portugal em 6º e Argentina em 5º, com 8,9% e 8,2%, respectivamente. O Brasil fica em 7º, com 4,7% de probabilidade. Entre as seleções de fora do top 4, Estados Unidos lidera o grupo de oitavas com 78% de chance de avançar.
Como funciona o modelo
O estudo combina dados históricos de partidas internacionais dos últimos oito anos com cotações de casas de aposta e avaliações de jogadores, incluindo valor de mercado estimado e contribuição em gols. Esses elementos alimentam uma floresta aleatória, treinada com partidas desde 2006.
A metodologia incorpora ainda fatores como ranking da Fifa, desempenho em ligas de clubes e contexto socioeconômico dos países. O conjunto resulta em probabilidades para cada jogo, levando em conta regras da Fifa, prorrogações e pênaltis.
Contexto e fontes
A pesquisa foi conduzida por pesquisadores da Universidade Técnica de Dortmund, da Noruega e da Alemanha, e publicada pela The Conversation em 10 de junho de 2026. O texto original cita a natureza probabilística das projeções e a possibilidade de resultados diferentes dos previstos.
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