- Bap e Leila Pereira trocaram acusações e ameaçaram processar um ao outro na Justiça após o envolvimento de Marcos Lamacchia, filho de José Roberto Lamacchia, na negociação para adquirir 90% da SAF do Vasco.
- Bap afirmou que, segundo o Código Civil, não é possível manter ligações com dois clubes ao mesmo tempo e ressaltou que, se houver pressão pela compra, haverá ação judicial.
- Leila Pereira respondeu pelo X afirmando que está no comando do Palmeiras até dezembro de 2027 e que não tem relação com o Vasco, deixando claro que processará quem a incriminar injustamente.
- Ela afirmou que manterá processo caso o Flamengo continue com insinuações e acusações falsas, exigindo comprovação das afirmações.
- O impasse teve início pela tentativa de Lamacchia de adquirir grande parte da SAF do Vasco, envolvendo o entorno da presidente palmeirense.
O confronto entre Leila Pereira, presidente do Palmeiras, e Luiz Eduardo Baptista, o Bap, presidente do Flamengo, ganhou novo capítulo neste domingo (14). Os dois dirigentes trocaram acusações e ameaças de processo na Justiça, em meio a um impasse envolvendo a SAF do Vasco.
O motivo do atrito envolve Marcos Lamacchia, filho de José Roberto Lamacchia, marido de Leila. Lamacchia negocia a aquisição de 90% da SAF do Vasco, operação que gerou desconfiança entre as partes no cenário do futebol brasileiro.
Bap afirmou que, se a transação acontecer, poderá acionar a Justiça para cobrar cumprimento de exigências legais, citando regras sobre vínculos familiares nos negócios. Ele criticou a possibilidade de um dirigente manter ligações com dois clubes.
Horas depois, Leila respondeu em suas redes, dizendo que não tem relação com a negociação da SAF do Vasco. Ela ressaltou que seu mandato no Palmeiras vai até dezembro de 2027 e reafirmou não ter envolvimento com o negócio.
Leila deixou claro que, caso Bap continue fazendo declarações falsas, será acionada judicialmente para que prove as acusações. Ela pediu que o Flamengo respeite a posição institucional do Palmeiras e observe a separação entre cargos.
O episódio sinaliza uma disputa nos bastidores, com possíveis desdobramentos jurídicos. O foco permanece em quem controla ações, diretrizes e interesses ligados à gestão das SAFs no futebol carioca e paulista.
Entre na conversa da comunidade