- Thomas Partey não fará parte da estreia de Gana na Copa do Mundo contra o Panamá, em Toronto, e treinava com a equipe em Boston antes do jogo.
- O Canadá negou o visto do jogador, o que o impede de entrar no país para a partida; a decisão é baseada na admissibilidade criminal prevista pela legislação local.
- Nos Estados Unidos, porém, Partey recebeu autorização de entrada após análise individual do caso, já que ainda não houve condenação judicial na Inglaterra.
- A explicação oficial é que decisões de admissibilidade variam caso a caso, levando em conta informações policiais, de segurança nacional e de imigração disponíveis no momento da inspeção.
- Partey é acusado de estupro por diversas mulheres entre 2021 e 2022 e enfrenta acusações diversas; ele se declarou inocente e aguarda julgamento na Inglaterra.
Thomas Partey, volante de Gana, teve o visto negado pelo Canadá, impedindo sua entrada para acompanhar a seleção na Copa do Mundo em solo canadense. Enquanto isso, ele pôde viajar e treinar com Gana nos Estados Unidos. A estreia de Gana contra o Panamá acontece em Toronto.
A decisão canadense acompanha diferenças entre leis de imigração. Autoridades canadenses avaliam casos com base em admissibilidade individual, incluindo acusações em andamento, sem necessidade de condenação. Partey aguarda julgamento no Reino Unido.
O cancelamento de visto ocorreu, segundo a FIFA, após o governo canadense negá-lo, impedindo a passagem do jogador do centro de treinamento da equipe, em Boston, para o Canadá.
Já nos EUA, a entrada foi autorizada após avaliação individual do caso. Além das acusações, não há condenação judicial no momento, o que permite a liberação para treinar e atuar em solo norte-americano durante a Copa.
Partey enfrenta acusações criminais na Inglaterra, com múltiplas denúncias de estupro entre 2021 e 2022. O jogador se declarou inocente em audiência no início deste ano e está sob liberdade condicional desde 2025, com medidas como não contato com as vítimas e restrições de viagem.
No imaginário público, a diferença entre admissibilidade nos dois países revela como cada sistema analisa casos pendentes, com decisões baseadas em informações disponíveis no momento da inspeção, conforme autoridades de imigração.
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