- Gabriel Magalhães, hoje zagueiro do Arsenal e da seleção brasileira, pensou em desistir aos doze anos ao chegar à base do Avaí, separado pela distância de Pirituba (SP).
- Ele ficou em Santa Catarina por cinco anos no Avaí, após dizer ao pai que, se ficasse, iria trabalhar com ele; depois seguiu para o Lille.
- A mãe, Márcia, que hoje mora em Londres, lembra do tempo em que trabalhava como doméstica e faxineira, com pouco tempo para os filhos, que eram cuidados pelo pai, Seu Acácio.
- Márcia destaca o papel do pai como alicerce da família, dizendo que ele elevou a todos e não deixou ninguém para trás; a família encarou as dificuldades com fé.
- Gabriel se emocionou ao relembrar depoimento da avó Olga, presente na reportagem do quadro “Por dentro da camisa” no Domingão com Huck, quando ele disse que a mãe não precisaria mais trabalhar.
Gabriel Magalhães, hoje zagueiro do Arsenal e da Seleção Brasileira, enfrentou a distância da família ainda jovem. Aos 12 anos, deixou Pirituba, São Paulo, para seguir a base do Avaí em Santa Catarina, buscando oportunidade no futebol.
O caminho não foi fácil. O jovem jogador ficou alojado perto da arquibancada e, após pedir ajuda ao pai, decidiu permanecer na cidade. Passaram-se anos de treino intenso até sua ascensão aos profissionais do Avaí e, depois, para o Lille.
A verdade por trás da história envolve a dedicação da família. Márcia, mãe do jogador, trabalhou como doméstica e faxineira, perdendo momentos com os filhos. O marido, Marcelo, passava longas horas fora de casa para sustentar a família.
Ela relembra ainda a influência do pai da família, Seu Acácio, que cuidava dos filhos durante o cotidiano intenso de trabalho. O relato mostra raízes fortes que sustentaram Gabriel ao longo da carreira.
No registro televisivo, Gabriel se emocionou ao ouvir o depoimento da avó Olga, mãe de Márcia, em quadro especial da atração dominical. A matéria ressalta o esforço da família para que o atleta alcançasse o reconhecimento mundial.
A entrevista de Gabriel, veiculada em palco com o apresentador Luciano Huck, evidencia o impacto das escolhas feitas na década de 2000. A trajetória desde a base até a vida no futebol profissional é descrita como fruto de sacrifícios e apoio familiar.
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