- A França enfrenta críticas nas redes sociais sobre a dupla nacionalidade de alguns jogadores antes da Copa do Mundo.
- Rayan Cherki, meio-campista do Manchester City, tem dupla nacionalidade argelina e pediu apoio a jogadores de perfis semelhantes.
- Cherki afirmou que a diversidade de origens é o que torna a seleção francesa mais forte.
- Ele, que passou a adolescência na Argélia, disse querer ajudar jovens na mesma situação a superar barreiras.
- Na convocação para o amistoso contra o Brasil, em março, havia 16 jogadores com dupla nacionalidade.
Rayan Cherki, meio-campista ligado ao Manchester City, defende a dupla nacionalidade argelina e pediu apoio a jogadores com trajetória semelhante. O tema ganhou espaço à véspera da Copa do Mundo, quando críticas nas redes atingiram atletas com múltiplas nacionalidades.
Cherki admitiu que não sabe por que recebe críticas, sugerindo que fatores como aparência podem influenciar alguns torcedores. Em vídeo divulgado pela Federação Francesa, o jogador reforçou que a diversidade fortalece a seleção.
Ele destacou a própria experiência de vida, passando a adolescência na Argélia, e disse que pretende ajudar jovens com perfil semelhante a superar barreiras. A viagem visa unir pessoas por meio do futebol, independentemente de origem ou cor.
Entorno da convocação e contexto
Na França, as convocações para amistoso contra o Brasil em março mostraram o peso da diversidade, com 16 jogadores de dupla nacionalidade entre os chamados. O tema aparece em meio a discussões sobre identidade nacional no esporte francês.
Diversidade como fortalecimento
Cherki afirmou que a presença de diferentes histórias fortalece a equipe nacional, citando a seleção francesa como exemplo de diversidade. A França busca equilíbrio entre talentos de várias origens para o próximo ciclo mundial.
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