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Torcida brasileira ocupa a Ponte do Brooklyn com repertório limitado

Torcida brasileira ocupa a Ponte do Brooklyn durante a estreia na Copa; mobilização relevante, porém repertório limitado evidencia desconexão com o elenco atual

Grupo numeroso de pessoas vestindo amarelo e verde caminha pela Ponte do Brooklyn, em Nova York, carregando uma grande bandeira do Brasil. Ao fundo, arranha-céus da cidade são visíveis sob céu nublado.
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  • No domingo, milhares de torcedores brasileiros ocuparam a Ponte do Brooklyn, em Nova York, em apoio à seleção na Copa do Mundo.
  • O ato foi capitaneado pelo Movimento Verde Amarelo e ocorreu no dia seguinte ao empate da equipe contra o Marrocos.
  • O repertório da torcida continuou restrito a poucas músicas, muitas em alusão aos títulos do Brasil e provocações a rivais, com destaque para Neymar e Pelé.
  • Mesmo com o elenco atual pouco citado nas músicas, a mobilização manteve o entusiasmo dos fãs durante a travessia de 1,8 km pela ponte.
  • Após o Brooklyn, a torcida planeja ações na Filadélfia, antes do confronto com o Haiti, no Lincoln Financial Field, na sexta-feira.

Durante a Copa do Mundo, torcedores brasileiros promoveram uma demonstração de mobilização na Ponte do Brooklyn, em Nova York. O ato ocorreu no domingo, logo após o empate da seleção contra Marrocos, por 1 a 1, na estreia do Brasil no torneio. A atuação na maior ponte da cidade reuniu milhares de pessoas.

O movimento foi capitaneado pelo Movimento Verde Amarelo, torcida oficial da seleção. A organização já havia anunciado a ação antes do jogo, com o objetivo de ampliar a presença da torcida nas arquibancadas. Não foram divulgados números oficiais pelas autoridades nem pelos organizadores.

Apesar da mobilização, o repertório apresentado pelos torcedores ficou preso a poucas músicas, em especial aquelas que lembram títulos passados, com referências a Pelé, Romário, Ronaldo e Neymar. O conjunto musical repetiu trilhas históricas e provocações a rivais.

O grupo manteve concentração na região da Prefeitura de Nova York, em City Hall Park, antes de atravessar a passarela que liga à Ponte do Brooklyn. A travessia teve 1,8 km e contou com policiamento local, além de impacto no trânsito da área, com motoristas reduzindo a velocidade para registrar o momento.

Entre os participantes, estavam torcedores que chegaram por volta das 14h (horário local), próximo ao início da concentração oficial para a travessia. A entrada no trajeto contou com o apoio de seguranças municipais, assegurando a passagem pela área de pedestres.

A manifestação também serviu para marcar a presença da torcida brasileira em um dos pontos turísticos mais conhecidos de Nova York. Ao fim da travessia, a torcida indicou que continuará mobilizada, com ações programadas em Filadélfia, próxima parada da seleção na agenda de jogos.

Durante o trajeto, houve momentos de dispersão entre quem carregava instrumentos e quem apenas apreciava a paisagem da ponte. Em alguns trechos prevaleceu o silêncio, em contraste com os cânticos e santinhos entoados anteriormente.

A equipe brasileira segue a rota prevista pela próxima partida, marcada para sexta-feira (19), contra o Haiti, no Lincoln Financial Field, na Philadelphia. A organização pretende manter a presença da torcida, mesmo com o desempenho da equipe na estreia dividido entre empolgação e críticas.

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