- A seleção do Irã chegou a Los Angeles sob forte esquema de segurança e com protestos de opositores do regime, antes da Copa do Mundo de 2026.
- O Irã estreia contra a Nova Zelândia no SoFi Stadium, na segunda-feira, 15.
- A delegação veio de Tijuana, no México, após dificuldades com vistos americanos e outras restrições impostas pelos Estados Unidos.
- Durante a Copa, a base de treinamento foi trocada de Tucson para Tijuana, pois a equipe só pode entrar nos EUA na véspera das partidas e deixar o país após o apito final.
- Ao todo, onze integrantes da delegação tiveram vistos negados; Andrew Giuliani, chefe da organização da Copa no governo, disse que a autorização de entrada representa um gesto de boa vontade.
Momentos antes de um acordo entre Estados Unidos e Irã ser anunciado na noite de domingo, a seleção do Irã chegou a Los Angeles sob forte esquema de segurança e com protestos de opositores do regime. A chegada ocorreu enquanto cresciam as tensões diplomáticas entre os dois países.
A delegação vinda de Tijuana, no México, enfrentou dificuldades associadas à emissão de vistos e a outras restrições impostas por Washington. Os iranianos treinam até o início da Copa do Mundo, em 2026, com uma logística atípica para o torneio.
Ao desembarcar no hotel em Manhattan Beach, jogadores foram recebidos por manifestantes que exibiam bandeiras americanas e símbolos de apoio a diferentes correntes políticas. Espera-se a continuidade de protestos antes e durante o jogo de estreia.
A estreia da equipe acontece nesta segunda-feira, 15, contra a Nova Zelândia, no SoFi Stadium. Caso termine a fase em segundo lugar em seu grupo, o Irã pode enfrentar o adversário já na próxima fase.
Restrições de circulação acompanharão a participação iraniana durante a Copa. A delegação só poderá entrar em território americano na véspera das partidas e precisa deixar o país logo após o apito final, conforme as regras vigentes.
Durante a primeira fase, o Irã disputará partidas em Los Angeles e Seattle. Deslocamentos entre México e EUA poderão ocorrer por via terrestre ou em voos privados, conforme orientação da Fifa. Onze integrantes tiveram seus vistos negados.
Andrew Giuliani, principal autoridade da Casa Branca responsável pela organização da Copa, declarou que a autorização de entrada da delegação representa um gesto de boa vontade, segundo apurações.
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