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FIFA conclui que não houve irregularidade em gesto de árbitro do VAR na Copa

FIFA encerra investigação sobre gesto de árbitro do VAR na Copa; não houve irregularidade nem sanções

Créditos: Imagem/Divulgação
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  • A FIFA encerrou investigação e concluiu que não houve irregularidade no gesto do árbitro australiano Shaun Evans, supervisor do VAR, durante a partida entre Alemanha e Curaçau pela fase de grupos da Copa.
  • O incidente ocorreu antes do apito inicial, durante a apresentação da equipe responsável pelo VAR.
  • O gesto foi associado ao símbolo “White Power”, o que gerou ampla repercussão nas redes sociais e questionamentos sobre a conduta do profissional.
  • Shaun Evans alegou que o movimento foi espasmo involuntário e que não teve intenção política, citando que repetia o gesto enquanto segurava uma caneta.
  • Com base nas evidências, a FIFA entendeu que não houve elementos suficientes para caracterizar infração disciplinar, não sendo aplicadas sanções.

A FIFA encerrou a investigação sobre o gesto feito pelo árbitro australiano Shaun Evans, supervisor do VAR, durante a partida entre Alemanha e Curaçao, pela fase de grupos da Copa do Mundo. A apuração ocorreu neste domingo, na competição disputada no local da partida, sem nenhuma violação comprovada.

As imagens compartilhadas nas redes sociais mostraram Evans fazendo um gesto associado ao símbolo considerado de supremacia branca, o que gerou repercussão internacional e questionamentos sobre a conduta do árbitro. A FIFA abriu o procedimento para apurar o episódio.

A entidade avaliou as circunstâncias do momento e as imagens disponíveis, concluindo que não houve infração disciplinar. O gesto, segundo a FIFA, não apresentou evidências suficientes de intenção ou de violação ao código da entidade.

Em defesa, Evans afirmou que o movimento foi involuntário e não teve cunho político. Segundo ele, o gesto pode ter sido um espasmo, e houve momentos em que repetia esse movimento ao segurar uma caneta durante a partida.

O árbitro acrescentou que imagens posteriores mostraram repetição do gesto em outras ocasiões da partida, sem demonstração de intenção deliberada. Com base nessas informações, a FIFA decidiu pelo encerramento do caso sem sanções.

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