- Durante a goleada da Alemanha por sete a um sobre Curaçao, o árbitro de vídeo australiano Shaun Evans é acusado de fazer gesto associado à supremacia branca.
- a rede Fare, responsável por monitorar discriminação na Copa, pediu o afastamento de Evans pela Fifa e afirmou que o gesto se assemelha ao sinal de “OK” invertido usado por extremistas.
- Torcedores relayaram o gesto nas redes sociais, e a Fare disse que, nos dois jogos seguintes, diretores de TV teriam deixado de exibir o painel do VAR para não expor símbolos extremistas.
- A Federação Internacional de Futebol (Fifa) ainda não se posicionou; apenas confirmou estar ciente do caso.
- Evans atua como árbitro assistente de vídeo em Copas do Mundo, com histórico na A-League australiana e em edições anteriores da competição.
Durante a goleada da Alemanha por 7 a 1 sobre Curaçao, no domingo (14), surgiu uma controvérsia envolvendo o árbitro de vídeo australiano Shaun Evans. A acusação aponta para a divulgação de um gesto associado à supremacia branca durante a transmissão.
A rede de monitoramento de discriminação na Copa pediu o afastamento de Evans da competição. Torcedores também relataram o gesto nas redes sociais, aumentando a pressão sobre a Fifa.
O sinal observado envolve um círculo formado pelo polegar e pelo indicador, com os outros dedos erguidos. Embora tenha sido associado a símbolos de ódio, especialistas destacam a necessidade de contextualização para evitar julgamentos precipitados.
A Associação Antidifamação (ADL) classifica o gesto como expressão de ódio, mas orienta cautela, já que o mesmo símbolo pode aparecer em contextos neutros. A ADL frisa que a avaliação deve considerar nuances da situação.
Até o momento, a Fifa não anunciou uma posição oficial. Um porta-voz apenas confirmou que a entidade está ciente do caso, sem detalhar informações adicionais.
Evans atua como árbitro assistente de vídeo (VAR) desde 2017 e tem passagem pela A-League australiana, com mais de 200 partidas apitadas. Em Copas do Mundo, participou como VAR nas edições de 2022 (Catar) e 2026 (atual).
A Federação permanece em silêncio público sobre o episódio. A cobertura segue com atualizações à medida que novas informações forem divulgadas.
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