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Análise aponta Paquetá como o pior no meio-campo caranguejo da seleção

Paquetá é o pior meia no meio-campo caranguejo, com 79,5% de acertos e maioria de passes para os lados, comprometendo a ofensiva na estreia

Lucas Paquetá disputa a bola com El Aynaoui, do Marrocos, na estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo 2026
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  • Brasil empatou em um a um com Marrocos na estreia da Copa do Mundo, e o meio-campo classificado como “caranguejo” teve baixa objetividade ofensiva.
  • Paquetá acertou 79,5% dos passes, sendo apenas 25,6% para a frente; 43,6% para os lados e 30,8% para trás, sendo substituído aos 16 minutos do segundo tempo.
  • Casemiro teve o maior aproveitamento de passes entre os meias, com 94,4% certos, mas apenas 5,6% dos toques foram para frente.
  • Fabinho entrou no intervalo e manteve o padrão de passes pelos lados, com 47,1% para a direita e 23,5% para a frente.
  • Bruno Guimarães foi o mais objetivo entre os meias, com 89,5% de acerto, 31,6% dos passes para frente e 28,6% de erros. Danilo Santos entrou aos 35 minutos do segundo tempo, fez quatro passes, nenhum para frente.

Foi disputada a estreia da seleção feminina? Não: é a masculina brasileira na Copa do Mundo 2026. O Brasil empatou em 1 a 1 com o Marrocos, em jogo da fase inicial. O meio-campo, apelidado de caranguejo, dominou o ritmo de passes curtos, mas teve atuação considerada abaixo do esperado defensivamente e no Ministério ofensivo. A partida ocorreu no início da Copa, em data recente, com o time alinhando o trio de meias de contenção e ligação ao ataque.

Entre os cinco meias que atuaram, Paquetá foi o destaque negativo, segundo as estatísticas. Ele acertou 79,5% dos passes, com apenas 25,6% indo para a dianteira; a maior parte foi para os lados (43,6%) ou para trás (30,8%). O Flamengo teve participação importante, mas o desempenho no momento decisivo ficou aquém do necessário, contribuindo para a leitura de que o setor carece de ajustes para gerar maior objetividade ofensiva.

Casemiro voltou a figurar entre os mais acionados no passe, com 94,4% de acertos, porém direcionou apenas 5,6% dos toques para frente e manteve o padrão de toquinhos de lado (83,3%), segundo os dados. Fabinho, no intervalo, manteve o ritmo de passes laterais, com 64,7% de recepção para os lados e 23,5% para frente. Bruno Guimarães foi o jogador mais objetivo do meio-campo, com 31,6% dos passes para a frente e aproveitamento global de 89,5%.

O ingresso de Danilo Santos, aos 35 minutos do segundo tempo, não alterou o panorama. O meio-campo substituto realizou quatro passes, sem garantir progresso ofensivo. O técnico Carlo Ancelotti sinalizou necessidade de mudanças para a próxima partida, marcada para sexta-feira, contra o Haiti, na Filadélfia, às 21h30.

Bruno Guimarães foi o jogador com melhor aproveitamento entre os meias, apesar de erros no ataque. Ele teve 89,5% de acertos, com 23,7% dos passes para trás. O desempenho geral trouxe a perspectiva de alterações no meio-campo e no ataque para tornar o ataque brasileiro mais objetivo e dinâmico diante do Haiti.

Para acompanhar a evolução, a comissão técnica já sinalizou possíveis mudanças na formação daslaterais, especialmente com a possível saída de Ibañez. Vinícius Junior permanece como único jogador confirmado no time titular. As estatísticas destacam que a equipe precisa reduzir o estilo caranguejo para aumentar a efetividade ofensiva na sequência da competição.

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