- Chuteiras rosa ganharam destaque na Copa, com marcas como Nike, Adidas, New Balance e Puma investindo na cor para melhorar o visual no gramado.
- A escolha pode ter motivações de marketing e destacar atletas, já que chuteiras são patrocinadas individualmente pelos jogadores, não pela seleção.
- Além das chuteiras, houve atenção a itens fora de campo, como uniformes sociais com estampa de leopardo usados pela seleção congolesa.
- Bolsas de grife usadas por jogadores foram notadas, com marcas como Chanel, Louis Vuitton, Bottega Veneta, Hermès e Goyard aparecendo em deslocamentos e redes sociais.
- A repercussão aponta para uma possível quebra de códigos estéticos no futebol masculino, abrindo espaço para cores e acessórios tradicionalmente associados a outros universos.
Os protagonistas não estão apenas dentro de campo nesta Copa do Mundo disputada entre Canadá, Estados Unidos e México. Além do desempenho, os atletas chamam atenção por escolhas de estilo que quebram códigos tradicionais do futebol masculino, como chuteiras rosa, estampas de oncinha e malas de grife.
As chuteiras rosa começam a figurar na disputa entre marcas como Nike, Adidas, New Balance e Puma. A cor, escolhida por estudo de visibilidade no gramado, é associada a novas propostas de design. Jogadores usaram modelos com cabedal tecnológico e cadarços ausentes em alguns casos.
Números de patrocínio explicam parte da lógica: cada jogador usa chuteiras licenciadas pela marca de seu contrato individual, independentemente da fornecedora da seleção. Neymar (Puma), Raphinha (Adidas) e Vini Jr. (Nike) são exemplos de contratos que influenciam as escolhas de modelo.
A adoção do rosa também é vista como sinal de flexibilização de códigos de gênero no futebol, em um ambiente historicamente conservador. A tendência ganha espaço entre torcedores e público, com debates sobre estilo e identidade visual no esporte.
Estampa de leopardo
A República Democrática do Congo ganha destaque com uniformes sociais e malas de viagem em estampa de leopardo. A associação com o apelido Les Léopards reforça a identidade nacional, além de uma homenagem à seleção de 1974, quando o país disputou sua primeira Copa.
A estampa, além do uso fora de campo, é apresentada pelo designer Alvin Jmak como uma expressão cultural profunda. A peça celebra herança, história e o orgulho de representar a nação em grandes eventos esportivos.
Bolsas de viagem de grife
Entre as peças vistas nos deslocamentos, bolsas de grife de marcas como Chanel, Louis Vuitton, Bottega Veneta, Hermès e Goyard aparecem com frequência. Análises destacam itens de alto valor e uso como acessório de estilo durante viagens para os jogos.
A cobertura menciona exemplos como bolsas de grife associadas a jogadores e figuras do futebol que amplificam o impacto visual fora das partidas. As escolhas refletem uma tendência de normalização de acessórios sofisticados entre atletas profissionais.
A cobertura indica ainda que a presença dessas peças, associada a campanhas de moda, pode influenciar a percepção pública sobre o papel de estética no esporte. O debate permanece aberto sobre costume, marketing e identidade no futebol atual.
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