- O Brasil ficou no 1 a 1 com o Marrocos na estreia da Copa do Mundo de 2026, jogando no MetLife Stadium, em Nova York.
- Denílson sugeriu mudar para três zagueiros para valorizar o ataque, propondo Raphinha como ala pela esquerda e parceria com Vinicius Júnior.
- Luiz Felipe Scolari aprovou parcialmente a ideia, mas destacou que a mudança precisa de treino e adaptação dos jogadores.
- Felipão citou a Copa do Mundo de 2002, quando um formato semelhante foi utilizado e funcionou graças às características dos atletas.
- A seleção volta a campo na sexta-feira, contra o Haiti, pela segunda rodada do Grupo C, buscando a primeira vitória.
A derrota ou empate na estreia da Copa do Mundo 2026 gerou debate sobre a montagem tática da Seleção Brasileira. Denílson sugeriu uma mudança de esquema para melhorar o desempenho, defendendo que o time jogue com três zagueiros. A ideia recebeu apoio de Felipão.
Ao analisar o empate por 1 a 1 com o Marrocos, o ex-meia apontou dificuldades dos laterais e a necessidade de maior ofensividade pelos lados. Ele propôs explorar Luis Henrique, Rayan e Endrick no ataque, com Raphinha atuando pela esquerda como ala.
Felipão sinalizou concordância parcial. Destacou que mudar o sistema requer treino e adaptação de atletas, lembrando o 2 de 2002, quando Cafu e Roberto Carlos atuavam pelas laterais em um esquema semelhante.
Análise tática
A ideia envolve garantir mobilidade pelas laterais e preservar equilíbrio defensivo. Segundo Denílson, a formação com três zagueiros aumentaria a intensidade de marcação, sobretudo pela esquerda, com Raphinha ao lado de Vinícius Júnior.
A Seleção volta a campo nesta sexta-feira, contra o Haiti, pela segunda rodada do Grupo C. O objetivo é conquistar a primeira vitória para fortalecer a campanha por vaga nas oitavas de final.
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