- Peter Grieve, investidor norte-americano, esteve próximo de adquirir participação na SAF do Atlético em 2023 e voltou a falar sobre o tema.
- Em entrevista, ele revelou bastidores das negociações e apontou fatores que inviabilizaram o acordo.
- Entre os pontos citados, destacam-se a não inclusão da Arena MRV na operação e o elevado endividamento do clube.
- Grieve afirma que as tratativas chegaram a avançar, mas que o negócio não era justo e não incluía o estádio.
- Mesmo sem o acordo, o investidor mantém interesse no Atlético e diz que o clube mineiro continua sendo seu principal alvo no Brasil.
Peter Grieve, investidor norte-americano, havia quase adquirido participação na SAF do Atlético em 2023. Em entrevista recente ao Canal do Frossard, ele detalha os bastidores das tratativas e os motivos que impediram o negócio. Ainda assim, mantém interesse no clube mineiro.
Conforme o empresário, as negociações avançaram até certo ponto, mas pontos-chave inviabilizaram a operação. Entre eles, a não inclusão da Arena MRV e o elevado endividamento do Atlético, que, segundo ele, comprometeram a viabilidade financeira do acordo.
Ele afirma que o valor proposto foi calculado com base na dívida, mas que o fechamento não parecia justo e não incluía o estádio. Em 2023, as tratativas chegaram a assinar um acordo no Brasil, mas o acordo não prosperou.
Interesse persiste no Atlético
Grieve diz manter o interesse pelo Atlético, destacando identificação com o clube ao longo das conversas. O investidor afirma que o Atlético é o único clube brasileiro no qual pretende investir no momento.
O empresário reforça que continua aberto a futuras conversas com a diretoria do Galo. Segundo ele, a relação com o clube permanece, e o objetivo é apresentar uma visão que fortaleça o portfólio envolvendo o Atlético como destaque.
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