- Samir Xaud, presidente da Confederação Brasileira de Futebol, enfrenta desgaste após revelação de gastos com uma suposta amante, supostamente pagos pela CBF, o que ele nega que tenha envolvimento da entidade.
- Dirigentes próximos apoiam a versão do presidente e dizem que os gastos teriam sido por conta própria.
- O colunista Léo Dias afirmou que houve uso de dinheiro da CBF para custear hospedagem da suposta amante.
- Samir diz que vai enfrentar a crise de cabeça erguida, não cogita afastamento e busca manter o casamento, além de preparar uma reação contra quem expôs o caso.
- O desgaste externo se soma aos testes em campo, com a Copa como novo cenário de pressão sobre o comando da CBF.
Samir Xaud, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), aparece fortalecido politicamente dentro da entidade após um episódio envolvendo gastos possivelmente ligados a uma suposta amante. A crise ganhou holofotes após a divulgação de um relato de que tais despesas teriam sido custeadas pela própria CBF, segundo o colunista Léo Dias.
A defesa do presidente é de que não houve irregularidade: Samir sustenta que eventuais gastos com hotéis e passagens teriam sido pagos por ele mesmo, sem participação da confederação. Dirigentes próximos a ele corroboram a versão de que não houve uso de recursos da entidade para esse fim.
Samir aponta que continuará à frente da CBF e tende a enfrentar a crise com a cabeça erguida, sem cogitar afastamento. A repercussão também alcança o âmbito familiar, segundo relatos de interlocutores, que mencionam impactos pessoais.
Apoio dentro da CBF e relatos sobre a crise
Dirigentes próximos ao presidente confirmam o entendimento de que não houve desvio de recursos da CBF. A posição interna reforça a ideia de cobrança de responsabilidade individual sobre as despesas rumoradas.
No plano público, Samir encontra apoio de parte da estrutura da CBF enquanto trabalha para manter a gestão sob controle. O episódio ocorre em meio a processos de reformulação institucional e agenda do calendário nacional.
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