- A teoria do desgaste aponta que mais jogos no calendário aumentam o cansaço de quem joga em alto nível, influenciando desempenho em Copas desde o início do século XXI.
- Exemplos históricos indicam esse peso: Maradona disputou 31 partidas na temporada europeia de 1986 pelo Napoli; Zidane teve 51 jogos em 2002, e a França foi eliminada na fase de grupos na Copa daquele ano.
- A Copa do Mundo de Qatar, em 2022, foi exceção: começou em novembro, no meio da temporada, antes do desgaste excessivo dos craques, permitindo atuações de Messi e Mbappé na final.
- Para 2026, Messi tem 16 partidas na temporada e Mbappé soma 44; Vinicius Junior, segundo o texto, parece próximo do auge técnico e físico.
- O texto sugere que Vinicius pode confirmar ou refutar a tese do desgaste; Endrick chega à Copa com 21 partidas entre Real Madrid e Lyon nas competições europeias.
O aumento no número de jogos no futebol de alto nível elevou o desgaste dos jogadores, especialmente antes de Copas e grandes competições. Casos históricos ajudam a entender o fenômeno. Em 1986, Maradona disputou 31 partidas pela Napoli na temporada europeia.
Zidane entrou em 2002 com 51 jogos no ano, somando finais de Champions League e a participação na Copa. A soma de jogos elevados explica, em parte, a queda de rendimento de craques em Mundiais a partir dos anos 2000, segundo análises históricas.
A exceção ocorreu no Mundial do Qatar, celebrado no meio da temporada. Messi e Mbappé tiveram atuações de destaque, avançando como protagonistas na final Argentina 3 x 3 França, em que marcaram gols importantes.
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