- A Bélgica empatou com o Egito na estreia da Copa do Mundo de 2026 e busca ajustes para o jogo contra o Irã, domingo, pela segunda rodada do Grupo G.
- O principal alvo de mudanças fica nas laterais, com Meunier e Castagne sob desempenho abaixo do esperado e deficiências na recomposição defensiva.
- García avalia opções como De Cuyper ou Seys, que podem ganhar espaço pela intensidade e apoio ao ataque.
- No setor ofensivo, Trossard não convenceu, aumentando a chance de mudanças nas opções de ponta, com Lukebakio ou Diego Moreira buscando maior profundidade.
- No comando de ataque, Lukaku entrou bem na estreia e fez o gol do empate, mas pode não atuar os 90 minutos; a ideia é começar com De Ketelaere e usar Lukaku ao longo da partida.
A Bélgica começou a Copa do Mundo 2026 com um empate diante do Egito, resultado que acende o questionamento sobre o ataque. Para o duelo contra o Irã, no domingo (21), pela segunda rodada do Grupo G, o técnico Rudi García avalia mudanças pontuais que podem alterar a equipe titular.
A principal insatisfação ficou com as laterais. Meunier e Castagne tiveram atuação abaixo do esperado, com pouca contribuição ofensiva e dificuldades na recomposição. A comissão busca soluções que elevem o ritmo defensivo e o apoio no ataque.
Alternativas como De Cuyper ou o jovem Seys ganham força interna, por oferecerem mais intensidade e presença no apoio ofensivo pelas laterais. Essas opções entram na mira para desafiar a regularidade dos titulares.
Possíveis ajustes no setor ofensivo
No setor ofensivo, Trossard não convenceu na estreia e pode sair. Lukebakio e Diego Moreira aparecem como alternativas para dar mais profundidade pelos flancos e reduzir a dependência de Doku. A ideia é manter o dinamismo pelos lados.
Lukaku apareceu bem ao entrar e marcar o gol do empate, mas ainda não está pronto para 90 minutos. A ideia é iniciar com De Ketelaere e usar Lukaku como arma ao longo da partida, controlando a carga do atacante.
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