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Camisa azul do Brasil: história e retrospecto do manto sagrado

Camisa azul da seleção volta ao jogo contra o Haiti na Copa de 2026, mantendo legado histórico desde 1958 e alto aproveitamento em Copas

Raphinha (direita) e Fabinho (esquerda) comemoram com Endrick (centro) gol marcado pelo atacante de 19 anos do Real Madrid no amistoso contra Egito, vencido por 2 x 1, no dia 6 de junho de 2026
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  • A camisa azul da seleção vai para o jogo contra o Haiti às 22h de sexta-feira, 19 de junho, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa de 2026; transmissão pela CazéTV, Globo e Globoplay.
  • A estreia histórica do uniforme azul ocorreu em 29 de junho de 1958, na finais da Copa da Suécia, após sorteio da FIFA que privilegiou a anfitriã.
  • A mudança para o azul teve origem em Paulo Machado de Carvalho, que, incomodado com usar branco, se ajoelhou e encontrou a imagem de Nossa Senhora Aparecida envolta em um manto azul, inspirando a adoção do novo visual.
  • Da ideia aos campos, os azuis entraram em campo pela primeira vez com vitória de 5 a 2 sobre a Suécia, com Pelé em destaque aos 17 anos, abrindo o caminho para o termo “manto sagrado”.
  • Em Copas, o traje azul tem o melhor aproveitamento entre os uniformes usados pela seleção: 11 vitórias, 1 empate e 3 derrotas em 15 jogos (75,56%); neste Mundial, o elenco veste pela primeira vez meiões pretos, com o uniforme azul total diferente das cores da bandeira.

A camisa azul da Seleção Brasileira vai ao jogo contra o Haiti, hoje às 22h, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa de 2026. A partida ocorre no continente americano e terá transmissão pela CazéTV, TV Globo e Globoplay. O uso da peça faz parte da estratégia da equipe para o confronto pela vaga no torneio.

Retrospecto histórico do manto

A estreia da camisa azul ocorreu em 29 de junho de 1958, na final da Copa do Mundo na Suécia, contra a casa anfitriã. A escolha não foi planejada: a seleção precisava vestir o uniforme reserva, branco, mas houve sorteio. O visual azul acabou vinculado ao Brasil após uma visão inspiradora.

Paulo Machado de Carvalho, chefe de delegação, procurou solução após o desânimo com o branco. Uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, envolta no manto azul, serviu de motivação. A delegação comprou 22 camisas azuis em Estocolmo e entrou em campo com o escudo CBD bordado.

O primeiro jogo com o azul foi uma vitória por 5 a 2 sobre a Suécia, com Pelé (17) brilhando. Desde então, o azul passou a ser o uniforme reserva da seleção pentacampeã. O termo “manto sagrado” ficou associado a esse traje.

Desempenho em Copas e tendências atuais

Entre os uniformes usados em Copas, o azul tem o melhor aproveitamento: 15 partidas, 11 vitórias, 1 empate e 3 derrotas (75,56%). O amarelo soma 84 jogos com 56 vitórias, 17 empates e 11 derrotas (66,7%). O branco registra 11 jogos, 6 vitórias, 2 empates e 3 derrotas (54,5%).

Nesta Copa, sob comando de Carlo Ancelotti, a equipe veste pela primeira vez o conjunto da Jordan, marca que assina as peças. O visual tem predominância de azul escuro, inspirado na fauna brasileira, com meiões pretos pela primeira vez na história do torneio.

O conjunto não utiliza as cores presentes na bandeira nacional, seguindo o novo refill de identidade visual para o Mundial de seleções.

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