- Sete profissionais de saúde são acusados de responsabilidade pela morte de Diego Maradona, ocorrida em 2020 após cirurgia cerebral; o secretário Maximiliano Pomargo não é réu.
- De acordo com depoimento de Cottaro, houve “manipulação” por telefone durante o confinamento domiciliar de Maradona, incluindo controle sobre se as filhas podiam visitá-lo.
- Cottaro relatou que a casa onde Maradona se recuperava estava suja e sem suprimentos médicos essenciais após a neurocirurgia.
- Se condenados, os réus podem pegar de oito a vinte e cinco anos de prisão.
- O julgamento anterior foi anulado em maio de 2025 após questionamentos sobre a participação da juíza Julieta Makintach em um documentário; outros dois magistrados renunciaram.
Diego Maradona faleceu em novembro de 2020. Sete profissionais de saúde respondem a processo pela morte do ex-jogador, que ocorreu durante a recuperação de uma cirurgia cerebral para tratar um coágulo. O caso envolve responsabilidades médicas e possíveis falhas no cuidado.
O terapeuta Cottaro alegou manipulação durante o confinamento domiciliar de Maradona. Segundo ele, o secretário Maximiliano Pomargo controlava se as filhas podiam visitá-lo, com relatos de ligações que não completavam ao tocar.
Cottaro também afirmou que a casa onde o ex-jogador estava após a neurocirurgia estava suja e sem suprimentos médicos essenciais, indicando falhas no ambiente de recuperação.
Anulação do primeiro processo
Em maio de 2025, o julgamento foi anulado após questionamentos sobre a participação de uma juíza em documentário relacionado ao caso. Julieta Makintach, que integrava o júri, é alvo de outras acusações, e dois outros magistrados renunciaram.
Segundo a promotoria, Makintach facilitou a entrada de câmeras nas audiências, mesmo com a proibição de filmagens no tribunal, o que motivou a anulação da ação. O novo andamento do caso não foi informado neste momento.
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