- A coleção de camisas de futebol do executivo brasileiro Cássio Brandão entrou para o Guinness World Records.
- O acervo fica em São Paulo e reúne 7.263 peças únicas de cerca de 1.800 clubes.
- Entre as relíquias estão itens como a camisa usada por Pelé em 1968, no encontro com a rainha Elizabeth II.
- Peças da seleção brasileira, décadas depois, ganharam destaque ao serem vestidas por Bad Bunny e Lewis Hamilton.
- O conjunto agrega moda, memória e história do futebol, conectando passado e presente do esporte.
A Copa do Mundo 2026 ganha um capítulo inusitado com a lembrança do maior acervo de camisas de futebol do mundo. O conjunto pertence ao executivo brasileiro Cássio Brandão e ganhou status oficial ao entrar para o Guinness World Records. Ele reúne peças históricas, moda e memória esportiva em São Paulo.
O acervo soma 7.263 camisas únicas, de cerca de 1.800 clubes diferentes. A coleção inclui itens raros e de alto valor histórico, como a camisa usada por Pelé em 1968 durante encontro com a rainha Elizabeth II. Peças da seleção brasileira também aparecem, fortalecendo o vínculo entre esporte e cultura.
Entre os destaques, há itens que ganharam nova notoriedade ao longo dos anos. Jogadores e celebridades passaram a vestir algumas peças, ampliando o brilho histórico da coleção e atraindo atenção de fãs e do meio fashion. A curadoria evidencia a relação entre memória coletiva e o futebol.
O que envolve o acervo
O conteúdo do acervo une peças de diferentes eras e clubes. A curadoria prioriza itens com relevância histórica para o futebol mundial, mantendo foco na autenticidade e na procedência. A ideia é conectar a prática esportiva à sua trajetória cultural.
Significado para o futebol brasileiro
A coleção reforça o impacto do futebol na identidade nacional. Além de retratar a evolução das camisas, o acervo também registra momentos de encontro entre o esporte e outras áreas, como a moda e a mídia. A repercussão vai além do universo esportivo.
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