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Dados revelam que Argentina joga em função de Messi

Argentina joga quase toda a ofensiva em função de Messi, com Lautaro abrindo espaços e jovens meio-campistas explorando as brechas criadas pela estrela

Jogadores da Argentina rodeiam Messi na comemoração do segundo gol de Messi
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  • A Argentina joga quase toda em função de Lionel Messi, com Lautaro Martínez recuando para puxar a marcação e os meio-campistas avançando.
  • Messi foi o jogador que mais tocou na área adversária e também o que mais finalizou, com seis chutes no jogo.
  • Lautaro tocou pouco na bola, entrou na área pelo lado direito e deixou o centro mais aberto para Messi.
  • Mac Allister, Enzo Fernández e De Paul ajudam no meio; Almada chegou para ampliar as opções e manter o padrão.
  • O time pode enfrentar dificuldades contra a Áustria, que marca forte e pode dificultar a distribuição de bola até Messi.

A Argentina teve vitória de 3 a 0 sobre a Argélia na estreia pela Copa do Mundo de 2026, em jogo disputado no Oriente Médio. O time evoluiu taticamente, com Messi central ao ataque e movimentação constante de companheiros. A estratégia passa pela atuação de Messi como referência, com apoio dos jovens meio-campistas.

A mudança começou após a derrota para a Arábia Saudita em 2022, já sob o comando de Scaloni. Desde então, a seleção atua quase inteiramente em função de Messi, com o vigor de Mac Allister, Enzo Fernández e De Paul. Lautaro Martínez ganhou espaço na equipe na estreia.

A atuação argentina mostra como a equipe utiliza a presença de Messi para abrir espaços e criar situações de finalização. O baixo acúmulo de marcação sobre o camisa 10 favorece a movimentação dos demais atletas e facilita a participação dele no jogo.

Estilo de jogo e dinâmica ofensiva

Messi foi o jogador que mais tocou na área adversária e também o que mais finalizou, com seis chutes na partida. Ele atuou com maior mobilidade entre setores, recuando para iniciar jogadas.

Lautaro Martínez apareceu menos na área e atuou mais pelas extremidades, deixando o meio aberto para Messi. O papel dele, sem a bola, contribui para puxar a marcação adversária.

A trinca de meio-campo, com Enzo Fernández e Almada, associada a Messi, criou espaços na defesa argelina. Em contra-ataques, os argentinos costumam aproveitar a velocidade dos extremos para abrir o espaço central.

Desdobramentos táticos

O mapa de calor de Messi mostra concentração de ações na zona central e na direito, com 57 toques totais na partida. O estilo de marcação da Argélia, baseada em zonas, facilitou a fluidez do atacante.

Lautaro teve 21 toques e atuou com menos participação na área central, reforçando a ideia de Messi como núcleo criativo. A equipe pode enfrentar resistência de adversários com defesa física, como a Áustria, na próxima rodada.

A atuação da Argentina sugere ajustes para manter a eficiência contra defesas densas. Meios de campo mais compactos e jogadas rápidas pelos lados tendem a favorecer o momento de Messi e dos companheiros.

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