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Dois jogadores são condenados a 365 dias de suspensão por manipulação no Carioca

Tribunal condena dois atletas a 365 dias de suspensão por fraude em apostas no Carioca; recurso é possível

Vivaldo Lúcio Neto fez a defesa dos atletas acusados de manipulação no Campeonato Carioca (Foto: Divulgação TJD-RJ)
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  • Tribunal considerou culpados dois atletas por fraude no sistema de apostas relacionado ao Carioca, com suspensão de trezentos e sessenta e cinco dias.
  • Os jogadores são Luís Gustavo Lopes dos Santos, que saiu da Portuguesa, e Sidney de Freitas Pages, que atua na King’s League, acusados de forçar cartão amarelo para favorecer apostadores.
  • A partida em questão ocorreu em sete de fevereiro; o total movimentado nas apostas foi de R$ 253 mil, com 80% direcionados à aposta que gerou o alerta.
  • O advogado de defesa pediu absolvição, alegando falta de inquérito policial para corroborar as acusações e ausência de provas concretas.
  • Além da suspensão, os atletas receberam multa de R$ 1 mil cada; o presidente da Portuguesa, Marcelo Barros Gonçalves, e o coordenador do clube, Jefferson Rodrigues Muniz, foram condenados a pagar R$ 5 mil cada. Cabe recurso.

Os dois atletas foram condenados pela charge de fraude no sistema de apostas envolvendo o Carioca. Luís Gustavo Lopes dos Santos, ex-Portuguesa, e Sidney de Freitas Pages, jogador da King’s League, teriam ajudado a forçar cartão amarelo em uma partida.

A decisão foi tomada pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ) após apuração sobre o confronto entre as equipes em 7 de fevereiro. O relatório aponta um volume financeiro anormal nas apostas, com R$ 253 mil movimentados na partida, e 80% desse total voltado à aposta que gerou o alerta.

Os atletas foram considerados culpados de fraude ao sistema de apostas, conforme o relator da comissão disciplinar, acompanhado pelos demais auditores. Defesa pediu absolvição alegando ausência de inquérito policial para corroborar as acusações.

Ambos receberam multa de R$ 1 mil cada. Diretores da Portuguesa também foram penalizados: o presidente Marcelo Barros Gonçalves e o coordenador Jefferson Rodrigues Muniz deverão pagar R$ 5 mil cada.

O advogado de defesa argumentou falta de provas concretas e presença de apenas indícios, defendendo a inocência dos atletas. A defesa, no entanto, não teve acolhimento na etapa disciplinar do processo.

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