- O zagueiro Sebastián Cáceres, número 3 da seleção uruguaia, usa máscara de proteção desde maio, em partida marcada para 15 de junho contra a Arábia Saudita.
- A máscara funciona como proteção temporária para quem está em recuperação de traumas faciais, reduzindo a pressão direta sobre a área lesionada.
- Geralmente é feita sob medida e costuma usar materiais leves e resistentes, como fibra de carbono, para não atrapalhar o desempenho.
- O objetivo é permitir retorno mais rápido aos treinos e aos jogos, desde que a lesão esteja estável e sob acompanhamento médico, sem eliminar totalmente o risco de novas fraturas.
- Outras opções de proteção já foram usadas por jogadores, como o goleiro Luca Zidane e o atacante Raúl Jiménez, cada um com modelos específicos para as regiões atingidas.
O zagueiro uruguaio Sebastián Cáceres, camisa 3, tem usado máscara facial durante a Copa do Mundo da FIFA 2026 após sofrer lesão facial em maio. Ele atuou com o equipamento na partida do Grupo H contra a Arábia Saudita, no dia 15 de junho, em Miami, nos Estados Unidos. A proteção busca manter o jogador em campo durante a recuperação sem pressionar a área lesionada.
A máscara funciona como proteção temporária para traumas faciais em recuperação. Partes da face ficam mais protegidas para reduzir o risco de novo contato direto sobre o osso ainda cicatrizando, especialmente em fraturas da região da maçã do rosto, mandíbula ou nariz.
Confeccionadas sob medida, as peças costumam usar materiais leves e resistentes, como fibra de carbono, para não comprometer o desempenho. O fisioterapeuta responsável explica que o objetivo é afastar a pressão da área lesionada, redirecionando o impacto para outras regiões do rosto.
Como funciona a proteção
As máscaras mudam o foco de pressão para áreas não lesionadas, ajudando a suportar pancadas durante treinos e partidas. Mesmo assim, não substituem tratamento médico nem asseguram proteção total contra novas lesões. Casos de impactos fortes ainda podem agravar a lesão.
O uso é mais comum em fraturas faciais, como nariz, mandíbula e osso zigomático. A proteção permite retorno mais rápido aos treinos, desde que a lesão esteja estável e acompanhada por profissionais. Concussões cerebrais, porém, não são prevenidas pela máscara.
Outros jogadores que já usaram
A prática não é inédita. Em 2019, Rafinha precisou usar proteção semelhante após fratura no zigomático. Nesta Copa, além de Cáceres, o goleiro Luca Zidane também apareceu com máscara, com formato adaptado para a área da mandíbula e queixo. O atacante Raúl Jiménez utiliza faixa protetora na cabeça após fratura no crânio em 2020.
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