- Alicia Klein, no Fim de Papo do Canal UOL, diz que Portugal não pode deixar o elenco absorver as “dores do ego” de Cristiano Ronaldo após o empate de 1 a 1 com RD Congo na estreia da Copa do Mundo de 2026.
- A colunista afirma que Ronaldo tende a sofrer e que carrega um ego elevado, buscando marcas como mil gols e estreia em seis Copas.
- Segundo Klein, a pressão por metas individuais pode contaminar o ambiente, e a comissão técnica precisa ajustar o time para render sem depender dele.
- Ela compara Portugal com a França, apontando Mbappé como muito bem acompanhado; segundo ela, o time francês é mais estruturado para explorar o craque, ao contrário de Portugal.
- Ao contrastar com a Argentina, Klein destaca que Messi é central na equipe em campo, e questiona se Portugal tem a mesma relação clara entre o time e Cristiano Ronaldo.
Portugal estreou na Copa do Mundo 2026 com empate de 1 a 1 contra RD Congo, e a análise ficou por conta da colunista Alicia Klein, no Fim de Papo, Canal UOL. Ela alerta que o elenco não pode absorver as dores do ego de Cristiano Ronaldo.
A autora aponta que a pressão por metas individuais pode contaminar o ambiente. Ronaldo vem buscando marcas como chegar a mil gols e tornar-se primeiro jogador a marcar em seis Copas, o que pode influenciar o vestiário.
Segundo Klein, a comissão técnica precisa demonstrar capacidade de fazer a equipe render sem depender do principal astro, que costuma ser alvo de marcação dupla e pode ser compensado por ajustes coletivos.
Desempenho coletivo e leitura de jogo
A analista ressalta que a seleção precisa evoluir no aspecto ofensivo sem centralizar o jogo em Ronaldo, principalmente diante de adversários que já se organizaram para neutralizá-lo. A França é citada como exemplo de entrosamento.
Ainda de acordo com a análise, a cobrança individual não deve inviabilizar a construção coletiva. Klein comenta que, se o time manter o foco em metas coletivas, há espaço para evoluir na fase de grupos.
Comparação com outros espaços da seleção
A colunista compara Portugal com a Argentina, destacando que a seleção de Lionel Messi assume a centralidade do camisa 10 e sustenta o papel em campo. Em Portugal, a relação entre o grupo e Ronaldo não provoca a mesma certeza de uso constante do técnico-crack.
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