- A Suíça venceu a Bósnia e Herzegovina por 4 a 1, em Los Angeles, e garantiu a primeira vitória na Copa do Mundo de 2026.
- Manzambi e Vargas, reservas, entraram aos 71 minutos e marcaram três gols no final para fechar o triunfo.
- Tarik Muharemović foi expulso aos 80 minutos, quando o placar ainda estava 1 a 0.
- Granit Xhaka, alvo de críticas, converteu pênalti e celebrou o quarto tento, ajudando a consolidar a vitória.
- Edin Džeko fez sua estreia pelo Bosníos aos 40 anos, enquanto Dan Ndoye quase abriu o placar com uma bicicleta que foi defendida pelo goleiro.
Switzerland vence Bosnia e Herzegovina por 4 a 1 no Mundial, em Los Angeles, com gols decisivos de substitutos. O jogo aconteceu nesta quinta-feira, no SoFi Stadium, válido pela fase de grupos do Grupo B. A vitória rompeu a sequência de empates da equipe suíça e reacendeu a campanha rumo à fase knockout.
Aos 71 minutos, Johan Manzambi e Rubén Vargas entraram em campo e mudaram o panorama do confronto. Dois minutos depois, Manzambi abriu o placar com um voleio certeiro, de perto, após cobrança rápida. Em seguida, Vargas marcou seu gol e ajudou a ampliar o placar, consolidando a vantagem suíça.
A seleção suíça viu Bosnia reduzir a oito minutos do fim, com Tarik Muharemović expulso por falta em Breel Embolo. Já nos acréscimos, Granit Xhaka converteu pênalti e celebrou com gesto de comunicação aos fãs, em resposta à crítica parcial recebida na preparação.
Substituições que viraram a chave
A equipe de Murat Yakin pressionou com efeito a partir do intervalo, quando as entradas de Manzambi, Vargas e outros reservas elevaram o nível de ataque. O placar final refletiu a força do elenco suíço, especialmente na segunda metade, com três gols marcados após as substituições.
Manzambi tornou-se destaque: aos 20 anos, tornou-se o mais jovem suíero a marcar duas vezes como substituto em um Mundial, consolidando seu papel como arma de efeito. Vargas, também vindo do banco, participou diretamente das finalizações, somando uma assistência adicional.
Respostas e desdobramentos
Granit Xhaka, capitão da equipe, foi alvo de questionamentos na imprensa antes do confronto. O camisa 10 respondeu em campo, articulando jogadas entre linhas e apoiando a defesa. O desempenho dele, aliado à atuação coletiva, foi determinante para a virada suíça.
No lado bosníaco, Edin Džeko atuou como titular pela primeira vez no torneio e manteve a experiência em campo, tentando movimentar o ataque ao lado de Kerim Alajbegović. A veterania do atacante seguinte não chegou a evitar a derrota, mas mostrou que Bosônia ainda pode buscar resultados no grupo.
Entre na conversa da comunidade