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11 estádios sustentáveis com baixo impacto ambiental

Copa de 2026 acelera estádios sustentáveis, com energia renovável, reúso de água e gestão eficiente, redefinindo a infraestrutura esportiva

Descubra estádios sustentáveis que redefinem a relação entre arquitetura e meio ambiente, a exemplo do Johan Cruijff Arena, em Amsterdã (nesta imagem)
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  • O texto reúne onze estádios em diferentes países reconhecidos por certificações ambientais (como LEED e GSAS) e por adotarem soluções de baixo impacto ambiental.
  • Exemplos destacados incluem o Mercedes‑Benz Stadium, em Atlanta, com LEED Platinum, captação de água da chuva e telhado com painéis solares.
  • O Levi’s Stadium, em Santa Clara, soma soluções de energia solar, telhado verde e gestão hídrica, com certificação LEED Gold.
  • Outras arenas citadas apresentam uso de energia renovável e estratégias de reaproveitamento de água, iluminação natural e redução de consumo energético, como SoFi Stadium e Climate Pledge Arena.
  • Entre os casos no Brasil e no exterior, também aparecem Estádio Azteca, BC Place, Johan Cruijff Arena, Tottenham Hotspur Stadium, Allianz Arena, Kaohsiung National Stadium e Mineirão, todos destacados por inovações de sustentabilidade e retrofit ou modernização para eficiência.

Com a Copa do Mundo de 2026 no centro das atenções, cresce a pesquisa por estádios que vão além do esporte. Espalhados por diferentes países, esses arenas adotam soluções para reduzir impactos ambientais e ampliar a eficiência energética. A lista traz projetos reconhecidos por certificações como LEED e GSAS.

Diferentes países estão reconfigurando seus estádios para conteúdo sustentável, incluindo geração de energia, reuso de água e uso de materiais de baixo carbono. As arenas trabalham para reduzir desperdícios e integrar infraestrutura urbana, com foco em longo prazo.

Mercedes-Benz Stadium — Atlanta, EUA

Certificado LEED Platinum, o estádio integra tecnologia de eficiência e captação de água da chuva. A cobertura retrátil abriga painéis solares e favorece iluminação natural controlada. A obra foi idealizada para reduzir consumos em eventos de grande público.

O projeto, assinado por HOK Network e TVS Design, destaca-se pela gestão de recursos hídricos e energéticos. O arena funciona como referência de alto desempenho para grandes eventos esportivos.

Levi’s Stadium — Santa Clara, EUA

Na Califórnia, o estádio dialoga com o clima local e o entorno urbano. Gera energia solar e utiliza telhado verde para mitigar calor. A gestão hídrica e energética é central na estratégia de sustentabilidade.

LEED Gold, com soluções ativas e passivas, reforça o objetivo de reduzir consumo em dias de grande público. HNTB e 360 Architecture assinam a arquitetura do projeto.

SoFi Stadium — Los Angeles, EUA

O SoFi funciona sob clima controlado, unindo iluminação natural, ventilação e sistemas de baixo consumo. A cobertura translúcida equilibra iluminação e conforto térmico.

A eficiência energética está integrada a estratégias amplas, com uso de água reaproveitada. O escritório HKS Inc assina o projeto.

Estádio Azteca — Cidade do México, México

Ícone do futebol, o Azteca recebe modernizações para eficiência e atualização tecnológica. Sistemas elétricos e hidráulicos foram atualizados, com foco em desempenho energético.

Arquitetura original de Pedro Ramírez Vázquez e Rafael Mijares Alcérreca permanece como referência. As intervenções visam reduzir consumo e otimizar operação.

BC Place — Vancouver, Canadá

Exemplo de requalificação, o BC Place recebeu nova cobertura e atualização de sistemas operacionais. O foco está na redução do consumo de energia e na eficiência do edifício.

A integração com transporte público reforça o uso de transporte coletivo. Projeto assinado por Stantec Architecture.

Johan Cruijff Arena — Amsterdã, Holanda

Referência em inovação energética, a arena funciona como uma “bateria urbana”. Usa baterias reutilizadas de carros elétricos para armazenamento de energia.

Opera com energia 100% renovável e gestão inteligente de consumo. Rob Schuurman assina a arquitetura.

Climate Pledge Arena — Seattle, EUA

Projetada para energia 100% renovável, a arena reutiliza a estrutura original para reduzir impactos de demolição. Metas de neutralidade de carbono e eliminação de plásticos descartáveis.

Populous assina o projeto, que prioriza reuso e redução de emissões associadas à construção.

Tottenham Hotspur Stadium — Londres, Reino Unido

Projeto de Populous, é referência em eficiência energética e gestão de público. Uso multifuncional ao longo do ano aumenta a eficiência da infraestrutura.

Reduz resíduos e incentiva o uso de transporte público, fortalecendo a sustentabilidade operacional.

Allianz Arena — Munique, Alemanha

Fachada luminosa e operação otimizada consolidam a Arena como exemplo europeu de eficiência. Sistemas de energia e iluminação LED são utilizados para reduzir consumo.

Localização facilita o acesso via transporte público, contribuindo para menores emissões de deslocamento.

Kaohsiung National Stadium — Kaohsiung, Taiwan

Painéis solares na cobertura geram parte da energia consumida pela arena. Arquitetura orgânica de Toyo Ito favorece ventilação natural.

A geração de energia solar sustenta parte da operação, integrando o estádio ao entorno como infraestrutura energética urbana.

Mineirão — Belo Horizonte, Brasil

Retrofit pioneiro na América Latina, o Mineirão modernizou-se para a Copa de 2014. Captação e reuso de água da chuva estão entre as soluções implementadas.

Eficiência energética e melhorias estruturais consolidam o estádio como referência de sustentabilidade no Brasil. GMP Architekten e Buro Happold assinam os projetos.

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