- Brasil enfrenta o Haiti nesta terça-feira, às 20h30, no Lincoln Financial Field, em Filadélfia, buscando recuperação após o empate com Marrocos.
- Ancelotti promoverá mudanças no time e não pretende iniciar Endrick; a ideia é jogar com quatro atacantes: Luiz Henrique, Raphinha, Matheus Cunha e Vinícius Júnior.
- Na defesa e meio-campo, Danilo pode entrar na lateral, Paquetá pode perder vaga para Luiz Henrique e Casemiro é visto como líder, com apoio de Cunha.
- O treinador busca um Brasil mais coletivo e mais agressivo no ataque, pensando em um 4-2-4 e em jogadas rápidas desde o início.
- O Haiti, que retorna a uma Copa do Mundo após 1974, deve atuar no 5-4-1; Ancelotti confia em Casemiro como referência e na velocidade e técnica dos brasileiros. Endrick deve entrar no decorrer da partida.
O Brasil enfrenta hoje o Haiti no Lincoln Financial Field, em Filadélfia, pela Copa do Mundo. A seleção vem de empate com Marrocos e busca três pontos com mudanças no time e tática ousada, mantendo Endrick no elenco, mas como opção no banco.
Ancelotti, técnico italiano, indicou mudanças relevantes na equipe. A ideia é ter mais frescor e equilíbrio, com ajustes no setor ofensivo e na distribuição de passes. O treino desta semana ressaltou intensidade e velocidade.
A provável formação ante o Haiti terá quatro atacantes. Luiz Henrique, Raphinha, Matheus Cunha e Vinícius Júnior aparecem como principais opções de ataque, com apoio de Casemiro e Bruno Guimarães no meio.
Ibañez deixará a titularidade, entrando Danilo na lateral. Paquetá pode perder espaço para Luiz Henrique. A estratégia busca pressionar a defesa adversária e explorar transições rápidas com velocidade pelas pontas.
Ancelotti destacou que Endrick deve entrar em campo ainda neste confronto, mas não como titular desde o início. O treinador ressaltou a evolução do jovem, afirmando que o momento certo será escolhido pela comissão técnica.
No ataque, a ideia é um sistema mais coletivo. Casemiro e Bruno Guimarães farão a contenção e também darão suporte quando a equipe possuir a bola, com Cunha atuando entrelinhas para servir os companheiros.
Para o adversário, o Haiti de Sébastien Migné retorna à Copa do Mundo após 1974 e deve atuar no 5-4-1, buscando neutralizar o meio-campo brasileiro e explorar contra-ataques rápidos.
A torcida brasileira deve apoiar em grande número nas arquibancadas, enquanto a comissão técnica procura reduzir os erros de passe e aumentar a efetividade ofensiva, sob pressão por resultados. Alcançar o desempenho visto no passado é o objetivo.
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