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Copa do Mundo: camisas 10 que já jogaram pela seleção brasileira

Neymar volta a vestir a camisa dez na Copa de 2026, tornando-se referência atual e igualando Pelé com quatro Copas disputadas

Camisa 10 da seleção se popularizou após a era Pelé
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  • Neymar volta a vestir a camisa 10 na Copa do Mundo, juntando-se a Pelé, Zico, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho e Kaká entre os grandes nomes que já vestiram o número pela seleção.
  • A 10 ganhou projeção mundial com Pelé, que a usou em quatro Copas e ajudou a transformá-la em referência do futebol brasileiro.
  • Na Copa de 1950, Jair da Rosa Pinto e Ademir de Menezes usaram a 10 em uma campanha que terminou com o Brasil como vice-campeão.
  • Pinga foi o primeiro brasileiro a vestir oficialmente a camisa 10 de forma contínua em um Mundial (1954), marcando dois gols.
  • Além de Pelé, Rivellino, Zico, Silas, Raí, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho, Kaká e Neymar compõem a linha histórica dos titulares da 10, com Neymar atuando novamente na Copa de 2026.

A camisa 10 da seleção brasileira voltou a ser usada por Neymar na Copa do Mundo, colocando o atacante ao lado de ídolos como Pelé, Zico, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho e Kaká. O número, símbolo de talento e protagonismo, segue sendo referência histórica do futebol do Brasil.

Nas primeiras Copas, a numeração não era fixa. A partir dos anos 1950, a camiseta passou a integrar a identidade da equipe, com Pelé elevando a 10 ao nível mundial. Daquela geração, a responsabilidade passou de jogador a jogador, sempre ligada aos principais nomes de cada era.

Jair da Rosa Pinto e Ademir de Menezes atuaram com a 10 em 1950, em uma campanha que terminou com o vice. Já em 1954, Pinga foi o primeiro brasileiro a vestir a 10 de forma contínua em um Mundial, marcando dois gols.

Pelé tornou a 10 referência global em 1958, liderando o Brasil na conquista do primeiro título mundial, repetindo o feito em 1962. Em 1966 o Brasil ficou cedo fora, e em 1970 Pelé encerrou seu ciclo vitorioso nas Copas, com o tricampeonato.

Rivellino assumiu a 10 em 1974 e 1978, abrindo caminho para uma nova geração criativa. Zico herdou o número em 1982 e 1986, mantendo-se como maestro da seleção, mesmo diante de eliminações contadas como frustrações históricas.

Silas vestiu a 10 em 1990, em uma campanha que terminou nas oitavas. Raí, capitão, foi a 10 em 1994, integrando o tetracampeonato. Rivaldo foi a 10 em 1998 e 2002, chave do time que chegou à final e depois ao pentacampeonato, em distintas fases.

Ronaldinho Gaúcho usou a 10 em 2006, buscando manter o talento individual mesmo com foco coletivo. Kaká, em 2010, herdou o número na África do Sul, líder técnico da equipe que foi às quartas de final.

Neymar passou a vestir a 10 antes de 2014 e tornou-se a principal referência em 2014, 2018 e 2022. Em 2014 ficou marcado pela lesão de Costa Rica? (texto original não especifica) e pela derrota na semifinal. Em 2018 e 2022, o Brasil parou nas quartas. Em 2026, Neymar retorna ao número pela quarta Copa, igualando Pelé em participações com a 10.

A sequência histórica mostra que a camisa 10, independentemente de geração, segue associada aos maiores nomes da seleção. O retorno de Neymar amplia essa tradição e mantém vivo o legado de criatividade e protagonismo do Brasil nas Copas.

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