- Matt Freese, de 27 anos, disputa sua primeira Copa do Mundo pela seleção dos Estados Unidos e disse que a fé em Jesus guia sua trajetória no futebol.
- Após a vitória dos EUA por 4 a 1 sobre o Paraguai na sexta-feira, ele se tornou o primeiro goleiro ativo da MLS a ser titular em uma Copa do Mundo pela equipe americana.
- Em entrevista ao podcast Sports Spectrum, Freese afirmou que Deus está com ele e que procura manter os pés no chão.
- Formado em Economia e Ciência da Computação pela Universidade de Harvard, ele iniciou a carreira no Philadelphia Union em 2019 e enfrentou dificuldades durante a pandemia.
- O capelão da seleção, Andy Young, destacou que a identidade de Freese se aprofundou como filho de Deus, com desejo de abençoar os outros e compartilhar a fé.
O goleiro Matt Freese, em sua primeira Copa do Mundo pela seleção dos Estados Unidos, atribui parte de sua trajetória ao que chama de fidelidade de Deus. Em participação recente no podcast Sports Spectrum, ele relatou que a fé o sustenta dentro e fora de campo.
Na vitória dos EUA por 4 a 1 sobre o Paraguai, na sexta-feira passada, Freese tornou-se o primeiro goleiro ativo da MLS a atuar como titular em uma Copa do Mundo pela equipe norte-americana. Ele disse ter buscado manter o foco e ouvir conselhos para aproveitar o momento sem excessos.
Freese ressaltou que a fé em Jesus orienta sua carreira, destacando que Deus tem lhe concedido muitas oportunidades. O jogador, formado em Economia e Ciência da Computação pela Harvard University, iniciou a carreira no Philadelphia Union em 2019, enfrentando períodos de poucos minutos.
O capelão da seleção, Andy Young, elogiou o amadurecimento espiritual de Freese, dizendo que ele passa a se identificar mais como filho de Deus do que apenas como atleta. Freese passa a rotina em estudos bíblicos e leitura das Escrituras entre treinos.
Freese também comentou o impacto do período de pandemia na sua formação, quando precisou superar adversidades para crescer como jogador e como pessoa. Ele afirmou que o aprendizado veio por meio de frustrações, trabalho em equipe e perseverança.
Aos 27 anos, o goleiro mantém a serenidade diante do reconhecimento recente, destacando que prefere manter o ritmo calmo e equilibrado. A família e a comunidade religiosa acompanham de perto a evolução do atleta no cenário internacional.
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