- Julio Gomes, direto de Porto Príncipe, disse no Fim de Papo que haitianos tratam a seleção brasileira como o time do coração.
- Ele contou que torcedores assistem aos jogos em telões em áreas consideradas mais seguras da capital, mesmo com crise de segurança e infraestrutura.
- Rodrigo Mattos apontou que, apesar das dificuldades de preparação do Haiti para a Copa do Mundo de 2026, os jogadores costumam atuar em futebol profissional.
- Gabriel Sá afirmou que o Brasil precisa vencer bem diante do empate visto na estreia contra o Marrocos, tratando o jogo como obrigação.
- Julio Gomes destacou que muitos haitianos crescem assistindo ao Brasil com os pais, formando uma torcida herdada que influencia a percepção dos jogadores haitianos.
O comentarista Julio Gomes, direto de Porto Príncipe, analisou na edição do Fim de Papo, do Canal UOL, a expectativa para Haiti x Brasil na Copa do Mundo 2026. O foco foi a relação entre torcida haitiana e a seleção brasileira, em meio a uma cidade em crise de segurança.
Ele descreveu o contexto da capital haitiana, com dificuldades de infraestrutura e deslocamentos limitados. Mesmo assim, torcedores se reuniam em telões montados em áreas consideradas mais seguras para acompanhar a estreia da equipe no Mundial.
Segundo Gomes, a percepção entre muita gente é de que a paixão pelo Brasil supera a da própria população, um fenômeno observado por ele durante a estadia. O relato ocorreu enquanto o país concentra as atenções na partida, frente a um cenário urbano com iluminação irregular nas ruas.
Rodrigo Mattos ressaltou que esse ambiente ajuda a entender as restrições de viagem e de presença de torcedores haitianos na Copa. Ainda assim, ele destacou que o Haiti conta com atletas talentosos e com experiência no futebol profissional, o que pode influenciar o desempenho.
Gabriel Sá avaliou que o Brasil precisa tratar o confronto como obrigação após uma estreia considerada abaixo do esperado frente o Marrocos. Ele sugeriu ajustes pontuais no time e cobrou resposta efetiva em campo.
Por fim, Gomes abordou a ideia de uma torcida fortemente influenciada por gerações anteriores, com o Brasil visto como seleção de todos os haitianos. Segundo ele, essa percepção se transmite desde a infância e pode impactar a postura dos jogadores haitianos diante do duelo.
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