- O ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, diz que a Copa do Mundo Feminina de 2027 pode usar infraestrutura existente da Copa do Mundo masculina de 2014, sem novos gastos com infraestrutura.
- A competição está prevista para ocorrer em oito estados no ano que vem, conforme afirmado pelo ministro.
- O objetivo é criar um legado cultural com maior valorização do futebol feminino no Brasil e promover uma virada de costume entre a população.
- O ministro mencionou conversas com a Fifa sobre a organização do torneio e citou a Lei Geral da Copa, vigente desde a edição masculina, com reformulações tributárias para o evento de 2027.
- Estados e municípios poderão alterar tributos durante a realização da Copa do Mundo Feminina de 2027.
O ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, sinalizou nesta quinta-feira que o Brasil já tem a infraestrutura necessária para a Copa do Mundo Feminina de 2027, prevista para oito estados no próximo ano. O anúncio foi feito durante entrevista ao CB.Poder.
Segundo o ministro, não haverá investimentos adicionais em infraestrutura, já que as estruturas usadas serão as mesmas erguidas para a Copa do Mundo masculina de 2014. O objetivo é que a edição feminina deixe um legado cultural no país.
Cordeiro citou o exemplo do público que lotou a Arena Castelão, em Fortaleza, para acompanhar a seleção feminina contra os Estados Unidos, destacando a mudança de hábitos como prioridade. A presença da torcida é vista como fator de impulso ao futebol feminino.
Preparações para a Copa de 2027
O ministro afirmou ter mantido conversas com a Fifa sobre a organização do torneio, que ocorrerá sob a Lei Geral da Copa vigente para o Mundial masculino. A expectativa é de ajustes para o evento, com participação de estados e municípios.
Além da Lei Geral, o governo projeta reformulações tributárias para a Copa do Mundo feminina de 2027, permitindo ajustes de tributos locais durante o torneio. A ideia é facilitar a operação logística e financeira do evento.
Aspectos legais e operacionais
Paulo Henrique destacou que a realização do evento contará com mecanismos de flexibilidade tributária, para apoiar estados e municípios na gestão fiscal durante a competição. A posição pública mira facilitar a realização sem onerar excessivamente as administrações locais.
A entrevista completa está disponível no CB.Poder, veículo que realizou a parceria entre o Correio Braziliense e a TV Brasília. As informações acima resumem o planejamento do governo para o Mundial feminino de 2027.
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