- O supercomputador Opta Analyst realizou 100 mil simulações do restante da Copa do Mundo de 2026 para estimar a pontuação necessária para avançar.
- Cinco ou seis pontos sempre foram suficientes para classificar entre os melhores terceiros, em 100% dos cenários.
- Quatro pontos foram suficientes em 99,81% das simulações; três pontos classificaram um terceiro colocado em 66,77% dos casos.
- Dois pontos foram suficientes em 4,66% das simulações e, em 0,03% dos casos, apenas um ponto; é muito improvável avançar com menos de três pontos.
- Saldo de gols influencia a classificação: -2 ou menos reduz a probabilidade; saldo de -5 ou pior ainda abriu classificação em 18,1% das simulações. O “número mágico” é três pontos, especialmente com saldo de gols positivo.
O supercomputador Opta Analyst, parceiro do Estadão, simulou o restante da Copa do Mundo de 2026 para apontar a pontuação necessária para avançar ao mata-mata. Foram realizadas 100 mil análises do torneio, com foco na classificação.
Entre os cenários, cinco ou seis pontos sempre garantiram vaga entre os melhores terceiros, em 100% das simulações. Quatro pontos foram suficientes em 99,81% dos casos. Três pontos classificaram cerca de 66,77% das vezes.
Poucos cenários com duas ou até mesmo uma vitória renderam classificação, em 4,66% e 0,03% das simulações, respectivamente. Há, porém, grande improvabilidade de avançar com menos de três pontos.
Saldo de gols e o que influencia
O saldo de gols aparece como fator determinante. Quando o saldo fica negativo em -2 ou menos, a probabilidade de avanço cai. Mesmo assim, saldo de -5 ou pior foi suficiente para avançar em 18,1% das simulações.
Conclusão e contexto do torneio
Segundo o estudo, três pontos são o “número mágico” para chegar ao mata-mata. Esse rendimento, aliado a saldo de gols positivo, costuma assegurar a classificação. A Copa de 2026 tem 48 seleções, com 32 equipes avançando após a fase de grupos.
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