- Quatro jogadores da seleção do Haiti têm uma conexão comum com o Brasil: passaram pela Academia Pérolas Negras, projeto social criado por brasileiros há mais de duas décadas.
- Os envolvidos são o goleiro Josué Duverger, o lateral-direito Carlens Arcus, o meio-campista Danley Jean Jacques — que disputou a Copinha de 2017 — e o atacante Derick Etienne.
- A Pérolas Negras foi criada pela Viva Rio durante a missão de paz da ONU no Haiti e costuma oferecer educação, saúde e formação esportiva aos jovens.
- A relação entre Brasil e Haiti remonta a 2004, quando o Brasil liderou a Missão da ONU no país, e a academia ganhou impulso após o “Jogo da Paz” em Porto Príncipe.
- Nesta sexta-feira, dia 19, a seleção haitiana enfrenta a França pela segunda rodada da Copa do Mundo de 2026, com quatro ex-jogadores formados no projeto brasileiro.
A seleção haitiana encara a possibilidade de chegar à segunda rodada da Copa do Mundo de 2026 com uma curiosidade ligada ao Brasil. Quatro jogadores do adversário passaram pela Academia Pérolas Negras, projeto social criado por brasileiros no Haiti há mais de duas décadas. Entre eles, Danley Jean Jacques atuou na Copinha de 2017.
O goleiro Josué Duverger, o lateral-direito Carlens Arcus, o meio-campista Danley Jean Jacques e o atacante Derick Etienne integram a relação de atletas formados pelo projeto. A iniciativa nasceu em meio a momentos de instabilidade no país caribenho, com foco em inclusão social, educação e desenvolvimento profissional.
A Pérolas Negras foi criada pela ONG Viva Rio durante a atuação do Haiti na missão de paz da ONU. Hoje, o grupo continua como referência de formação para jovens haitianos que buscam oportunidades no futebol e fora dele.
Os quatro jogadores do Haiti formados pelo projeto
Josué Duverger, de 25 anos, é a terceira opção no elenco haitiano e contribuiu para a base de formação da Academia no Haiti. Carlens Arcus, aos 29, atua como lateral-direito e defende o Angers, da França, após passagem pelo projeto brasileiro.
Danley Jean Jacques, 26, é destaque no meio-campo, atua pelo Philadelphia Union, nos EUA, e já integrou a equipe que disputou a Copinha de 2017. Derick Etienne, atacante, também teve parte de sua formação pela Pérolas Negras antes de seguir carreira nos Estados Unidos.
A relação entre Brasil e Haiti remonta a 2004, com a atuação da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) e a inauguração da Academia Pérolas Negras pela Viva Rio. A parceria contribuiu para que jovens haitianos encontrassem oportunidades por meio do futebol.
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