- Em 2004, a seleção brasileira viveu um dia especial em Porto Príncipe, Haiti, durante o Jogo da Paz, com gols de Ronaldinho Gaúcho, Roger Flores e Nilmar.
- O Haiti vivia guerra civil na época, e o jogo ocorreu no contexto de missão da ONU para estabilização do país, deixando um legado simbólico.
- Na coletiva, o lateral Danilo falou sobre a dificuldade de disputar a Copa do Mundo após quatro anos de amadorismo e criticou esse estágio do futebol.
- A crise da CBF teve início na Copa América da Covid, quando Rogério Caboclo fez acordos com Jair Bolsonaro e Alejandro Dominguez, levando à queda dele; Ednaldo Rodrigues assumiu a presidência.
- A seleção projeta reconstruir a partir de um trabalho mais profissional e buscar vitórias na Copa dos Estados Unidos, com a expectativa de resgatar o brilho visto em Porto Príncipe.
Em 2004, a seleção brasileira realizou o Jogo da Paz em Porto Príncipe, Haiti, durante um período de turbulência no país. A partida ocorreu como parte da missão da ONU para estabilizar a região, com o Brasil liderando a equipe. Gols de Ronaldinho Gaúcho, Roger Flores e Nilmar marcaram o confronto.
Entre os envolvidos estavam o técnico Carlos Alberto Parreira, a equipe brasileira e o público haitiano, que acompanhou o amistoso em meio a conflitos locais. O contexto incluía uma revolta histórica no Haiti e a presença de forças internacionais na capital portuária.
Contexto histórico e legado
O Haiti viveu a Revolução Haitiana, a única que levou escravizados ao poder no início do século 19. A bandeira atual é azul e vermelha, sem o branco. O episódio de 2004 ficou marcado como um momento de união entre o futebol e uma missão humanitária.
Na sexta-feira, em Filadélfia, a seleção volta aos refletores com a expectativa de exibir o futebol positivo, lembrando o que aconteceu há 22 anos em Porto Príncipe. O time continua sob observação para a Copa em prática atual.
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