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Técnico do Haiti, adversário do Brasil, nunca esteve no país

Haiti volta à Copa após cinquenta e dois anos; Brasil encara a equipe em Filadélfia às 21h30, com treinador que nunca visitou o país

Sebastien Migné comanda o Haiti na Copa do Mundo de 2026
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  • Brasil enfrenta o Haiti nesta sexta-feira, 19, às 21h30, no Lincoln Financial Field, em Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026, após empate em um a um com Marrocos.
  • O Haiti retorna à Copa do Mundo após cinquenta e dois anos; estreou perdendo por um a zero para a Escócia e, no grupo, sofreu 14 gols e marcou dois, ambos de Emmanuel Sanon.
  • O treinador francês Sébastien Migné nunca esteve no Haiti desde que assumiu, em 2024, por questões de segurança; a seleção tem mandado jogos de eliminatórias em Curaçao.
  • Do elenco convocado para a Copa de 2026, apenas o meio‑campista Oliver Woodensky Pierre atua no futebol haitiano, no Violette AC; os demais atuam em ligas no exterior.
  • Histórico entre as seleções: o Haiti participou do “Jogo da Paz” em 2004, vencido pelo Brasil por seis a zero, e o Brasil já conquistou vitórias por quatro a zero, em 1974, e por sete a um, em 2016.

O Brasil enfrenta o Haiti nesta sexta-feira (19), às 21h30, no Lincoln Financial Field, em Filadélfia. A partida é pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026. A equipe brasileira busca a primeira vitória no torneio após empate por 1 a 1 contra o Marrocos na estreia.

O Haiti retorna à Copa do Mundo após 52 anos. A única participação anterior foi em 1974, na Alemanha Ocidental. Em 2026, estreou perdendo por 1 a 0 para a Escócia. Ao todo, o time sofreu 14 gols e marcou apenas dois em seus três jogos daquela edição.

O técnico francês Sébastien Migné nunca esteve no Haiti desde que assumiu o comando, em 2024, devido à crise de segurança no país. Por isso, a seleção manda seus jogos de eliminatórias em Curaçao, a cerca de 800 km do Haiti.

Quase todo o elenco atua no exterior. Dos 26 convocados para a Copa, apenas Oliver Woodensky Pierre, do Violette AC, atua no futebol haitiano. Entre os atletas, destaca-se o atacante Duckens Nazon, referência ofensiva da equipe.

Jogo da Paz

Em 2004, o Haiti vivia um conflito civil que levou à renúncia do presidente Jean-Bertrand Aristide. A ONU criou a Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah), coordenada pelo Brasil. O presidente Lula apoiou um amistoso entre as seleções para promover a paz, disputado em Porto Príncipe, com vitória brasileira por 6 a 0.

Historicamente, o Brasil venceu os encontros anteriores com o Haiti: 4 a 0 em 1974, 7 a 1 na Copa América Centenário de 2016, além do 6 a 0 em 2004, citado no Jogo da Paz. O confronto desta sexta-feira será a primeira vez desde então entre as duas equipes em competição oficial.

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