- Haiti enfrenta o Brasil nesta sexta-feira, 19, às 21h30 (de Brasília), em Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026.
- O técnico Sébastien Migné diz que quer evitar que o time haitiano trate os brasileiros como deuses, destacando a admiração por Vinicius Júnior.
- Migné trabalha a gestão emocional dos jogadores, usando uma abordagem personalizada para 26 atletas, para encarar o desafio desde o início sem falhas.
- O Haiti retorna à Copa após cinquenta e dois anos, estreou com derrota por 1 a 0 para a Escócia e encara o Brasil buscando evitar nova derrota antes do jogo contra o Marrocos.
- Em 2022, Migné era auxiliar de Camarões na vitória sobre o Brasil; Neymar não atuou nessa ocasião, e o treinador afirma que usará os recursos disponíveis para buscar a história do Haiti.
O Haiti enfrenta o Brasil nesta sexta-feira, 19, às 21h30, em Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo. O confronto ocorre em solo americano, com o Brasil sendo favorito e o Haiti tentando manter a competição em aberto.
O técnico Sébastien Migné quer evitar que os haitianos transformem os brasileiros em ídolos inatingíveis. Mesmo reconhecendo a admiração por jogadores como Vinicius Jr., ele busca manter a equipe focada e com entrega total desde o apito inicial.
Gestão emocional
Migné afirmou que a abordagem varia conforme o jogador e que o duelo serve como teste de controle emocional, intensidade e comprometimento. Parte do elenco pode ter pela frente atletas de referência mundial, o que demanda estratégia cuidadosa.
O treinador ressaltou a necessidade de adaptar a mensagem para cada atleta, mantendo a equipe competitiva desde o começo e buscando evitar distrações diante de um adversário com grande experiência e qualidade técnica.
Retorno ao Mundial e contexto
A Copa de 2026 marca o retorno do Haiti ao Mundial após 52 anos. A estreia foi derrota por 1 a 0 para a Escócia, o que confere peso extra ao confronto com o Brasil, um dos times mais tradicionais do futebol.
O Brasil chega com favoritismo reconhecido, enquanto o Haiti tenta ampliar a experiência internacional e manter a competição viva até a última rodada, que será contra o Marrocos. O impacto da partida é avaliado pela comissão técnica haitiana.
Memória contra o Brasil
Migné lembrou uma experiência anterior contra o Brasil em 2022, quando atuava como auxiliar de Camarões na Copa do Catar. Naquela ocasião Neymar não jogou; a ausência do camisa 10 pode influenciar o desempenho da seleção anfitriã.
Apesar da lembrança, o Haiti mantém o foco na partida atual e na possibilidade de medir o nível da equipe frente a uma seleção com grande histórico, sem projetar cenários extremos.
Laços entre os países
Brasil e Haiti já travaram uma relação que inclui amistosos com função diplomática. A proximidade histórica e o apoio de parte da torcida haitiana ao Brasil acrescentam dimensão emocional ao duelo, que ocorre em solo norte-americano.
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