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Técnico haitiano não trata atletas do Brasil como deuses, admite admiração

Haiti evita tratar Brasil como deuses, admite admiração por Vinícius Júnior e encara duelo pela segunda Copa do Mundo com gestão de pressão

Sébastien Migné, técnico do Haiti na Copa do Mundo 2026 — Foto: Justin Setterfield/Getty Images
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  • Brasil enfrenta o Haiti nesta sexta-feira, às 21h30 (horário de Brasília), em Filadélfia, pela segunda rodada do grupo C da Copa do Mundo de 2026.
  • O técnico do Haiti, Sébastien Migné, diz que trabalha para que o elenco não trate os brasileiros como “deuses”, mas admite admiração por Vinicius Júnior.
  • Migné afirma que o Haiti precisa se preparar para enfrentar adversários de alto nível e manter foco para evitar arrependimentos.
  • O Haiti retorna à Copa do Mundo após cinquenta e dois anos, estreando com derrota por 1 a 0 para a Escócia; depois enfrentará o Marrocos.
  • Há histórico de cooperação entre Brasil e Haiti, incluindo amistosos diplomáticos no passado e apoio popular haitiano ao Brasil em torneios.

Brasil e Haiti duelam nesta sexta-feira, às 21h30 (horário de Brasília), em Filadélfia, pela segunda rodada do grupo C da Copa do Mundo de 2026. O confronto reúne a hexacampeã mundial e a equipe caribenha, disputando apenas a segunda participação do Haiti no torneio, 52 anos após a estreia.

O técnico do Haiti, Sébastien Migné, afirmou que trabalha para evitar que o elenco trate os brasileiros como “deuses”, mantendo o foco no adversário e na entrega individual. Ele elogiou jogadores como Vinícius Jr, destacando o aprendizado que o grupo pode extrair diante de um duelo de alto nível.

Migné explicou que precisa gerenciar um elenco de 26 jogadores, buscando manter a coesão sob pressão. O técnico ressaltou a importância da experiência internacional ainda restrita do Haiti e mencionou a necessidade de encontrar a abordagem correta para começar o jogo com total comprometimento.

Contexto e expectativas

A Copa de 2026 marca o retorno do Haiti ao mundial após 52 anos. Na estreia, a equipe perdeu por 1 a 0 para a Escócia. Além do Brasil, o grupo C terá o Marrocos, adversário que o Haiti encara após o jogo contra o Brasil.

O Haiti já cultivou laços diplomáticos com o Brasil, inclusive por meio de amistosos e ações que reforçam a relação entre os países. O público haitiano costuma apoiar o Brasil em torneios em que o país não participa.

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