- Esquema com cinco defensores gerou críticas; mudança foi implementada sem testes em amistosos antes da Copa do Mundo.
- África do Sul foi amplamente dominada pelo México na estreia; Quiñonez abriu o placar e Jiménez fechou na segunda etapa, com vaias à torcida mexicana ao final.
- Hugo Broos, técnico desde 2021, é o primeiro a levar a seleção à Copa pelas Eliminatórias desde 2002; houve cobrança pela montagem do time, com até sugestão de statue.
- Broos afirmou, em coletiva, que não dá ouvidos às críticas das redes sociais e que fará o time do seu jeito, destacando que o essencial é o que os jogadores sabem.
- A África do Sul entra no próximo confronto sob pressão: derrota pode eliminar caso o México vença a Coreia do Sul; o desempate é pelo confronto direto.
O técnico Hugo Broos manteve o estilo de jogo da África do Sul apesar das críticas ao esquema de cinco defensores, adotado sem testes em amistosos antes da Copa do Mundo. A aposta antecipou mudanças em relação ao formato anterior de quatro zagueiros.
Na estreia contra o México, a seleção sul-africana foi amplamente dominada. Quiñonez abriu o placar ainda no início, e Jiménez fechou o marcador na etapa final. Mesmo com a pressão, a torcida mexicana vaiou a equipe local após um ritmo abaixo do esperado.
Broos atua à frente da África do Sul desde 2021 e foi o primeiro treinador desde 2002 a levar a equipe às Eliminatórias para o Mundial. Em entrevista coletiva, o técnico afirmou ter quase 40 anos de carreira, que não lê críticas nas redes e que continuará mantendo seu modo de trabalhar.
A África do Sul chega a este momento sob grande cobrança, pois uma derrota aliado ao empate do México contra a Coreia do Sul poderia eliminar a equipe da Copa. O confronto direto entre as seleções serve como critério de desempate no grupo.
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