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Time disputou apenas três jogos internacionais e levou 114 gols

Time sub-23 da Micronésia soma 114 gols em apenas três jogos no Pacífico de 2015, abrindo debate sobre reconhecimento FIFA e continuidade internacional

Partida de futebol entre as seleções de Vanuatu e Micronésia durante os Jogos do Pacífico em 2015.
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  • Em 2015, o time sub-23 da Micronésia disputou os Jogos do Pacífico, buscando experiência em um torneio apenas para atletas com até 23 anos.
  • Foram apenas três jogos, com a equipe somando 114 gols sofridos.
  • O placar contra Tahiti foi de 30 a 0, seguida de 38 a 0 diante de Fiji e 46 a 0 contra Vanuatu, recorde mundial de maior goleada em partida internacional.
  • O técnico Stan Foster disse que eram “meninos jogando contra homens” e pediu o reconhecimento da FIFA para a seleção sub-23 da Micronésia.
  • Após o torneio, a equipe não voltou a competir internacionalmente, mesmo com convite para retornar aos Jogos do Pacífico; Fiji acabou classificando-se para as Olimpíadas de 2016.

A seleção sub-23 da Micronésia participou dos Jogos do Pacífico de 2015 em Port Moresby, Papua-Nova Guiné. O torneio era disputado no nível sub-23, segmentado para jovens jogadores da região. A equipe via a competição como oportunidade de experiência e reconhecimento pela FIFA, ainda que improvável de vencer.

Em três partidas, o jovem elenco micronesiano enfrentou rivais fortes e sofreu goleadas expressivas. O time abriu o grupo contra Tahiti e sofreu 30 gols, sem marcar. Dois dias depois, perdeu para Fiji por 38 a 0, quebrando o recorde de maior derrota em uma partida internacional.

No terceiro jogo, em 7 de julho de 2015, a Micronésia levou 46 gols de Vanuatu, marcando o maior placar agregado já registrado em uma partida internacional para uma equipe. Ao todo, o elenco somou 114 gols recebidos em apenas três confrontos.

Contexto e desdobramentos

O técnico Stan Foster destacou que o time era formado por jovens enfrentando jogadores mais experientes. Ele pediu o reconhecimento oficial da FIFA para a equipe sub-23, visando renovar o interesse e facilitar o acesso a competições internacionais. A Micronésia não voltou a competir em eventos oficiais.

No decorrer do mesmo evento, Fiji avançou para as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro, após a confirmação de vaga. Os fijianos disputaram suas partidas no Brasil, enfrentando adversários de alto nível, sem relação direta com o desempenho da Micronésia.

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