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Zagueiro haitiano terá missão de frear ataque da seleção brasileira na Copa

Ricardo Adé, zagueiro do Haiti, lidera a defesa contra o Brasil na Copa, tentando frear o ataque da seleção e manter o sonho no grupo C

Ricardo Adé, zagueiro do Haiti, contra a Escócia
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  • O Haiti enfrenta o Brasil na sexta-feira dezenove, pela segunda rodada do grupo C da Copa do Mundo, após o empate brasileiro com Marrocos na estreia.
  • Ricardo Adé, zagueiro haitiano de 1,90 metro, será a principal marcação da defesa para tentar frear o ataque brasileiro, especialmente Vinícius Júnior.
  • Adé atua pela Liga Deportiva Universitaria (LDU) desde 2023 e tem retrospecto marcadamente equilibrado contra clubes do Brasil, com vitórias, derrotas e empates alternados.
  • Contra brasileiros, ele venceu em fases de mata-mata contra Botafogo, São Paulo e Fortaleza, e sofreu derrotas para Flamengo, Fluminense e Palmeiras.
  • O Haiti chegou a bons momentos em amistosos anteriores à Copa, goleando a Nova Zelândia e pressionando a Escócia na estreia, enquanto o Brasil busca a vitória para consolidar a liderança no grupo.

O Haiti encara uma tarefa difícil na Copa do Mundo. Nesta sexta-feira, 19 de junho, os Granadeiros enfrentam a seleção brasileira, que atua no grupo C e buscava a vitória após empate com Marrocos na estreia. A partida ocorre no palco da competição, com o Haiti tentando frear o ataque adversário.

Ricardo Adé, zagueiro haitiano de 1,90 m, é uma das referências defensivas do time caribenho. Aos 36 anos, atua pela LDU e foi eleito o melhor zagueiro do Campeonato Equatoriano nos últimos quatro anos, acumulando experiência contra rivais brasileiros.

A atuação de Adé contra times do Brasil é um dos destaques de seu histórico. Desde 2023, ele disputou 17 confrontos com equipes brasileiras em competições continentais, com vitórias equilibradas e vitórias em fases de mata-mata, além de título conquistado.

Retrospecto contra brasileiros

Ele já enfrentou Botafogo, Flamengo, Fluminense, São Paulo, Fortaleza e outras equipes, com resultado variando entre vitórias, derrotas e empates. Em fases eliminatórias, Adé teve mais sucesso, vencendo adversários brasileiros em várias oportunidades.

Botafogo, São Paulo e Fortaleza aparecem como rivais eliminados pelo zagueiro, em confrontos decisivos de Libertadores e Sul-Americana. Apesar de conquistas, houve derrotas diante de Flamengo, Fluminense e Palmeiras em determinados duelos.

Actuações positivas

A equipe haitiana, que integra o grupo C, mostrou bom desempenho em amistosos que antecedem o torneio. Goleada sobre a Nova Zelândia por 4 a 0 e boa atuação diante da Escócia, com pressão no ataque, sinalizam qualidade de passes e competitividade.

No duelo de estreia, o Haiti saiu derrotado, mas criou dificuldades para a seleção adversária, apontando que pode representar perigo também diante do Brasil. A preparação tem gerado expectativas sobre o desempenho dos Granadeiros no grupo.

A Seleção Brasileira e o Haiti ocupam situações semelhantes após a primeira rodada, sem vitória, em busca de melhor resultado. O Brasil é favorito, mas Adé e seus companheiros esperam dificultar o caminho da equipe de Tite e buscar pontos no confronto.

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