- O documentário Zico, o Samurai de Quintino, dirigido por João Wainer chega aos cinemas no fim de abril, trazendo cenas inéditas da carreira de Zico, ídolo do Flamengo.
- A obra acompanha a trajetória do atleta desde as categorias de base até se tornar referência no futebol japonês, atuando pelo Sumitomo Metals SC, hoje Kashima Antlers, e passando a treinador no Japão.
- Zico coordenou a Seleção do Japão entre 2002 e a Copa do Mundo de 2006, além de comandar clubes na Grécia, Rússia, Turquia, Índia e Uzbequistão ao longo da carreira.
- Em entrevista à GQ Brasil, o craque fala sobre disciplina familiar, aprendizados com o pai e a ideia de que “não basta ser o melhor” para vencer, ao comentar as expectativas para a Seleção Brasileira neste ano.
- O material também aborda episódios de vida pessoal, como o regime militar, lesões e amizades ao longo da carreira, com tom biográfico e íntimo.
Zico, ídolo do Flamengo, ganha documentário que revisita trajetória desde o subúrbio carioca até o futebol japonês. O filme Zico, o Samurai de Quintino, dirigido por João Wainer, chegou aos cinemas no fim de abril, com cenas inéditas e relatos do próprio craque aos 73 anos.
O documentário percorre a carreira de Zico, desde as categorias de base até o status de lenda que ajudou a transformar o futebol no Japão, em Kashima. O narrador retrata a passagem pelo Sumitomo Metals SC e o papel decisivo na criação do Kashima Antlers. A obra também cobre sua aposentadoria em 1994 e a volta aos gramados como treinador.
Durante o longa, o diretor contrasta a imagem de craque com as escolhas profissionais de Zico, incluindo a liderança da Seleção Japonesa entre 2002 e 2006. A produção envolve registros de clubes por onde passou e relatos de familiares sobre a disciplina herdada do pai alfaiate.
Zico e a formação do legado
A reportagem destaca a visão crítica do jogador sobre a prática esportiva, bem como a importância dos fundamentos aprendidos com o pai. Trechos da entrevista, concedida à GQ Brasil para a edição de junho/julho, enfatizam a busca pela perfeição e o valor do estudo como base para o sucesso no esporte.
Lições da carreira no exterior
O filme traz ainda passagens de Zico treinando equipes na Grécia, Rússia, Turquia, Índia e Uzbequistão, além de mostrar a passagem pelo futebol japonês. A produção durou cerca de três anos, com material documental que ilustra a transição entre atleta e treinador.
Memórias e influências pessoais
Entre memórias de infância e momentos de carreira, o documentário aborda episódios familiares, amizades, relacionamentos e circunstâncias que moldaram a trajetória de Zico. O público tem acesso a relatos sobre a formação, as dificuldades e as conquistas ao longo de décadas.
O lançamento propicia, ainda, um retrato da relação de Zico com a torcida e com a seleção brasileira. O filme não apenas revisita glórias, mas também analisa o contexto em que o atleta atuou, incluindo a evolução do futebol brasileiro e as mudanças técnicas ao longo dos anos.
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