Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Adversário do Brasil: camisa 10 do Haiti nunca veio ao Brasil

Jean-Ricner Bellegarde, nascido prematuro e batizado por enfermeiros, surge como referência da seleção haitiana e símbolo de esperança para o país

Jean
0:00
Carregando...
0:00
  • Jean-Ricner Bellegarde, meio-campista da seleção do Haiti, nasceu prematuro com seis meses de gestação e sua mãe entrou em coma durante a gravidez em Colombes.
  • O hospital da cidade batizou o recém-nascido diante da ausência de parentes e da condição de saúde da mãe.
  • Hoje criado na França, Bellegarde escolheu defender o Haiti em dois mil e vinte e cinco, conectando a história de vida à ascendência haitiana do pai.
  • Na fase de Eliminatórias da Concacaf, ele atuou em todas as seis partidas, ajudando o Haiti a superar Costa Rica, Honduras e Nicarágua e conquistar a vaga para a Copa do Mundo.
  • Apesar de nunca ter ido ao Haiti, o jogador quer conhecer o país e diz que pretende usar o futebol para inspirar jovens, citando Ronaldinho e N’Golo Kanté como referências.

Jean-Ricner Bellegarde, meia da seleção do Haiti, vive uma trajetória marcada por superação: nasceu prematuro com seis meses de gestação, enquanto a mãe entrava em coma. O hospital em Colombes batizou o bebê, dando-lhe o nome que carrega até hoje.

Essa história ganhou contornos de motivação pessoal para o jogador, que hoje vê no nome uma vitória compartilhada com a mãe. Em entrevista, ele lembrou que a decisão de batizar ocorreu devido ao risco de vida na época.

Nascido na França e com ascendência haitiana pelo pai, Bellegarde se destacou nas categorias de base europeias, disputando o Torneio de Toulon. Em 2025, optou por defender o Haiti na seleção principal.

A chegada ao time caribenho ocorreu com forte impulso de companheiros de elenco, que o incentivaram a representar o Haiti, país da família. O jogador afirmou que preferia escrever sua história pelo Haiti em vez de seguir apenas pela França.

Nas Eliminatórias da Concacaf, Bellegarde atuou em todas as seis partidas, ajudando o Haiti a superar Costa Rica, Honduras e Nicarágua. A classificação histórica colocou a equipe na Copa do Mundo, gerando alegria em um país com desafios estruturais.

Devido ao contexto político, o Haiti jogou seus compromissos oficiais em estádios neutros no exterior, o que levou Bellegarde e o técnico Migné a nunca se aventurarem no território haitiano. Mesmo assim, o elenco viu o feito como sinal de esperança.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais